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Wellington Fagundes afirma que prefeito Léo não cumpriu com a palavra


“Não vou abandonar Primavera do Leste, continuarei trabalhando por esta cidade, porque esse povo tem meu respeito, e sou presente com tantas obras e continuarei. Mas quero dizer ao prefeito Leo que teve meu voto de confiança, teve da minha parte uma participação efetiva na eleição passada, mas ele não cumpriu o acordo, pois hoje estou candidato e ele teria me prometido apoio. Ele não cumpriu sua palavra, o futuro político dele é trevas. Politicamente eu quero deixar em público que tomei posição política, porque quem não cumpre, mente e não faz a verdade não merece meu respeito”. Afirmou  Wellington Fagundes durante visita a Primavera do Leste.

Da Redação

O candidato a governo do Estado de Mato Grosso Wellington Fagundes pelo Partido da República (22), esteve nesta segunda-feira em Primavera do Leste em campanha eleitoral. Participaram da reunião política lideranças da cidade, como presidentes de bairros, presidentes de assentamentos, ex-vereadores, comerciantes, candidatos a Deputado Estadual e simpatizantes, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Wellington em uma de suas falas explicou que quando Leonardo Bortolin, prefeito de Primavera do Leste foi candidato, teve seu apoio político e hoje ele não cumpriu com a palavra. “O Erico Piana em um final de semana me procurou para falar sobre um projeto político que seria bom para Primavera do Leste e na ocasião eu falei que seria candidato ao governo e pedi o apoio. Ele disse que eu poderia apoiar porque o Leo cumpriria com sua palavra. Mas não foi isso que aconteceu. Eu cheguei a pedir para o Luis Costa que é hoje candidato a Deputado Estadual, para não sair para prefeito e abraçar nosso projeto político e Luis desistiu. Mas o Leo não cumpriu o compromisso, e gente que não compre a palavra tem problemas políticos futuros.”

O candidato afirmou que está entusiasmado com a campanha e animado com Primavera do Leste por ser um político atuante e municipalista, disse ainda que independente do prefeito irá continuar trabalhando por Primavera do Leste e destinando recursos para o município, afirmou ainda que acredita na cidade e em todos os Primaverenses. “Ele não cumpriu sua palavra, o futuro político dele é trevas. Politicamente eu quero deixar em público que tomei posição política, porque quem não cumpre, mente e não faz a verdade não merece meu respeito. Vamos seguir em frente com nossa campanha, porque eu sou um político que estou no interior e conheço a realidade e estarei sempre atuando fortemente em Primavera do Leste”.

Com muito entusiasmo Wellington contou um pouco de sua história relatando a luta do povo pelo desenvolvimento do Estado e por Primavera do Leste, relembrou que foi Deputado Federal por seis mandatos e também senador por dois. Afirmou que quem ganha à eleição tem que ser mais humilde do que quem perde, pois para governar é preciso agregar. Wellington disse que nunca se mudou definitivo para Brasília e sempre esteve em Mato Grosso, percorrendo as cidades e trabalhando por cada realidade.

Criticou a situação atual do Estado, com falta de recursos, e de organização, e disse que agora é hora do eleitor mudar essa realidade. “Temos três candidatos, um que é o governo do isolamento, sem diálogo, outro que não conhece a realidade de nosso estado, que acha que sabe mais que todo mundo, e temos nós, que sempre atuamos no interior, buscando recursos e conheço bem o que cada município precisa”.

Durante sua fala, Wellington afirmou que em seu governo ele irá priorizar obras que iniciaram e não foram concluídas e que não irá deixar obras paradas. Também mencionou a importância dos recursos e sua luta pela educação com exemplo a chegada do Instituto Federal (IFMT) em Primavera do Leste, que foi uma luta de sua gestão, como também a conquista da Universidade Federal de Rondonópolis. “Um dos meus projetos é escolarizar a educação, trazer a família para a escola, e esse envolvimento irá melhorar ainda mais nossa educação”.

Além da educação, Wellington falou do projeto do centro de apoio para a agricultura familiar, para fomentar ainda mais o estado, e sobre fazer mutirões de regularização fundiária, já que mais de 80 mil propriedades estão irregulares. “O voto é uma confiança que o eleitor coloca no político e a marca Wellington Fagundes é trabalho. Sou um homem de cumprir palavra e sou um trabalhador presente. A cada dia mais, estamos consolidando e vamos para o segundo turno e ganhar essa eleição”.

Para encerrar o candidato fala da importância da mulher na política e explica que a mulher precisa sim ser reconhecida, e respeitada e por isso hoje a vice- governadora de sua chapa é Sirlei Theis, uma servidora pública, que estudou, batalhou e que representa as mulheres com sua história de vida, de luta e força.

O Candidato a Deputado Estadual, Luis Costa pelo Partido da República com o número 22123, esteve presente no ato político e declarou apoio político ao Wellington Fagundes para governador e listou várias ações que o candidato fez por Primavera do Leste, destinando recursos para o aeroporto municipal, para a travessia urbana, duplicação da BR-070 saída para Cuiabá, novas ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mais de 700 casas para o residencial Guterres, recursos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), investimentos em escolas, obras de drenagem, creches, rede de esgoto, recapeamento da BR-070, asfalto para a Colônia Russa, conclusão do asfalto que da acesso a Vila União, postos de saúde, entre outras.

“Wellington é recebido com muito carinho pelos primaverenses, pelo seu trabalho prestado a esta cidade e nós temos uma dívida com o senhor, por tudo que fez pelo nosso município e eu quero ser Deputado Estadual para trabalharmos juntos por Primavera e todo nosso estado. Quando ando pelas ruas, não faço promessas impossíveis de cumprir, mas sei que no seu governo e com o meu mandato, vamos trabalhar na necessidade do nosso povo. Chega da velha política em que o candidato só aparece aqui de quatro a quatro anos, só para pedir votos. Nós passamos pelas ruas com essa mensagem, levando o Wellington e levando o Luis Costa 22 123, porque somos gente cuidando de gente”. Mencionou Luis Costa.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Naudi Rohr, também fez uso da palavra, e afirmou que o Wellington vai para o segundo turno e irá ganhar esse governo. Naudi pediu atenção do candidato aos comerciantes, disse que o comércio é o grande gerador de emprego deste País, e o governo não pode deixar de lado o que os comerciantes tem feito pela economia. O presidente da CDL reclamou da carga tributária imposta pelo estado e pediu que facilite o empréstimo aos comerciários, sem juros altos.

“É necessário dar uma atenção aos grandes geradores de emprego deste estado que é o comércio e acredito que você Wellington irá garantir políticas em que garanta uma melhor condição aos empresários. Também quero pedir que em seu governo as obras que estão paradas sejam terminadas, e que seja um compromisso de iniciar a obra, e o senhor finalizar”.  Conclui Naudi.

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Brasil

Atirador de Campinas já criticou Igreja, foi galã e enfrentou depressão


Euler Fernando Grandolpho, 49, abriu fogo dentro de igreja, matou quatro pessoas e se suicidou

Um homem de família católica e que sofria havia vários anos com depressão. Assim o atirador que matou quatro pessoas e feriu outras duas a tiros antes de se suicidar em Campinas nesta terça-feira (11) é descrito por amigos e familiares.

Na juventude, Euler Fernando Grandolpho, 49, criticava a atuação do pai na Igreja Católica, mas seguia valores conservadores. Era tido pelo grupo de amigos como um “cara cabeça”, “um jovem de beleza estupenda, muito inteligente”, segundo contou à reportagem uma ex-namorada, que conviveu com ele dos anos 1980 ao início dos anos 2000.

Euler, que não trabalhava desde 2014, morava com seu pai em um condomínio de classe média em Valinhos, cidade próxima de Campinas. A mãe dele morreu anos atrás.

Nesta terça (11), a Polícia Civil apreendeu papeis, documentos, cartas e um notebook na casa. O delegado José Henrique Ventura diz que familiares descreveram Euler como uma pessoa retraída, de pouca conversa. Eles disseram não ter conhecimento que ele tivesse arma.

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“Houve algum problema com ele, com certeza, porque ele não tinha nada de criminoso”, disse à reportagem o primo Ricardo Barão, 40, apesar do  pouco contato com Euler ultimamente. “Desde a última vez que tive contato, anos atrás, tinha essa questão de depressão. Ele passou por tratamento médico e tudo”, afirmou.

No condomínio onde Euler morava, o acesso à imprensa é restrito. Porteiros dizem que, abalada, a família se assustou com a presença de jornalistas.

Do lado de fora, alguns vizinhos afirmaram que Euler costumava ser visto passeando com um cachorro pela rua e uma irmã dele também era vista com frequência.

O pai do atirador, Eder Grandolpho, aparentava estar debilitado após a morte da esposa, de acordo com vizinhos. Ele era frequentador assíduo da Igreja Católica. Em um post no Facebook, escreveu que era ministro de eucaristia na paróquia Santo Cura D’Ars, em Campinas, há dez anos.

Euler era pouco assíduo nas redes sociais -sua página no Facebook tem só oito amigos. Até 2014, ele trabalhou como auxiliar de promotoria no Ministério Público de São Paulo.

A escrevente Rita Franco, 46, diz que ficou surpresa ao perceber que o atirador da catedral era o Euler com quem namorou na juventude. Ela conta que ele cresceu em uma família de classe média, “bem estruturada”, no bairro fabril Swift, na zona sul de Campinas -a 5 km de Valinhos. Passou para o concorrido Cotuca, o colégio técnico da Unicamp, e depois se formou publicitário na Unip (Universidade Paulista).

À época, fazia sucesso com as mulheres, diz Rita. “Era mais encorpado, com olhos azuis, chamava a atenção. Dizíamos que era o Christopher Reeve [o ator de Super-Homem]”, afirmou à reportagem.

Ela se surpreendeu ao ver a nova fisionomia de Euler e “como está magro, devia estar passando por problemas, talvez de depressão”.

Rita disse que o único ponto fora da curva no comportamento de Euler era que ele externava ódio pela Igreja Católica. Isso porque o pai, cristão fervoroso, passava muito tempo na igreja, fazendo trabalho voluntário.

“Ele dizia que o pai ficava sendo enfiado dentro da igreja ‘ajudando pobre’, que ‘dentro de casa não varre um chão'”.

Embora demonstrasse ódio pela religião, Rita diz que nunca achou que Euler “fosse atingir essa dimensão, não sei o que aconteceu nesse meio tempo” –a última vez em que o viu foi em 2004.

Euler, segundo ela, era de opiniões fortes e seguia à risca valores conservadores. À exemplo da contrariedade do uso de drogas –chegava a cortar relações com quem mantivesse o hábito. Segundo Rita, o ex-namorado já chegou a manifestar posições racistas. “Ele dizia ‘odeio aquela negra que gosta de mim’, em relação a uma menina, morena, de cabelos cacheados”, afirma. Com informações da Folhapress.

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Brasil

Campinas decreta luto de três dias e prepara velório das vítimas


O clima em Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo, é de consternação e perplexidade, depois da tragédia na Catedral Metropolitana da cidade em que cinco pessoas morreram. O prefeito Jonas Donizette (PSB) decretou nessa terça-feira (11) luto oficial de três dias. A expectativa é que os velórios das vítimas ocorram a partir desta quarta-feira (12).

Foi confirmada a identidade das vítimas do atirador: Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho, mortos dentro da igreja.

Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, autor dos disparos, tirou a própria vida depois balear os fiéis que estavam rezando na igreja.

Registros das câmeras de segurança da Central de Monitoramento de Campinas (CinCamp) mostram o momento em que o agressor se levanta de um dos bancos, nas últimas fileiras da igreja, vira-se em direção às pessoas e começa a atirar. Em seguida, dois agentes da Guarda Municipal entram na igreja e perseguem o atirador. As imagens não mostram depois deste momento.

Tiroteio na Igreja da Sé em Campinas
Atirador mata quatro pessoas em Catedral de Campinas – EFE/Cortesia Diario Correio/Direitos reservados

Isolamento

A Catedral Metropolitana de Campinas está cercada por um cordão de isolamento. Os funcionários da prefeitura trabalharam para limpar o local e permitir que hoje (12) a igreja seja aberta para missas.

O local é um dos mais movimentados de Campinas, fica ao lado do calçadão e da principal rua de comércio.

Tiroteio na catedral metropolitana de Campinas
Catedral metropolitana de Campinas – Cortesia Diario Correio/EFE/direitos reservados

O departamento de Serviços Técnicos Gerais (Setec) é o órgão responsável pela organização dos velórios e sepultamentos em Campinas. Como a cidade é referência para vários municípios menores do interior de São Paulo, há cemitérios privados e públicos.

Fonte: Agência Brasil