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Opinião

A volta de quem não foi


PDT nega retirada de Mateus Viana da disputa

A notícia divulgada na terça feira 17, pelo presidente do PSC (Partido Social Cristão) Oziel Oliveira e esposo da vereadora Carmen Borges PSC, foi desmentida pelo diretório municipal do PDT (Partido Democrático Trabalhista). A informação que circula pela cidade é que Mateus não quer ser o candidato a prefeito e sim uma imposição do pai e o tio, na busca de tentar manter o sobrenome Viana no poder.
É notório a vontade do presidente do PSC em ter a vereadora na cabeça da chapa e pular de vice-prefeita para prefeita, com sua forma própria de articular Oziel tenta somar forças e acomodar e convencer os Vianas para Carmen ser a protegida e candidata do grupo.
Já Mateus segundo informações de bastidores político não quer ser o candidato, porém de fato, o candidato do grupo é Mateus, porque não protocolou nem um pedido de desistência, enquanto o presidente do partido que ofereceu a vice para grupo, fala aos quatro cantos da cidade que Carmem é a candidata e estariam procurando um vice para ela, o mais provável que tudo não passa de especulações dos bastidores do poder primaverense, enquanto não define quem será o candidato dos Vianas, os fãs e fiéis eleitores brigam em redes sociais com comentários e xingamentos pedindo a volta de Mateus, a volta de quem nem se foi, o grupo ainda não colocaram a campanha na rua, enquanto outros fazem a campanha “volta Mateus”, o presidente e marido da vereadora Carmen tenta aquilo que tentou emplacar nas convecções, a Carmen ser a candidata a prefeita e com isso se torna o esposo da prefeita ou “primeiro damo” caso fosse eleita.
Torcemos para que vença o melhor para Primavera, quem quer trabalhar e lutar pelo nosso povo de fato e não apenas paixões de grupo políticos.
Foto montagem com imagens da internet


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política

Bolsonaro se reúne hoje com Maia, embaixadores e governadores


No segundo dia em Brasília esta semana, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem hoje (14) agenda intensa. Antes das 8h, ele chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde ocorrem as reuniões da equipe de transição. No local, acompanhado dos filhos Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, ele toma café da manhã com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disputa a reeleição para comandar a Casa na próxima legislatura, e que conduz uma série de votações ainda este ano.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a equipe de transição do novo governo quer evitar a aprovação no Congresso das chamadas pautas-bomba, como aquelas que podem aumentar as despesas para a administração federal. O assunto deve ser tratado entre Bolsonaro e Maia.

Em seguida, Bolsonaro se reúne com os embaixadores do Chile, dos Emirados Árabes Unidos, da França e do Reino Unido, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). No Rio de Janeiro, ele esteve com os embaixadores dos Estados Unidos, China e Itália.

O presidente eleito pode ainda hoje anunciar o nome do escolhido para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Ontem (13), ele disse que o embaixador Luiz Fernando de Andrade Serra está entre os cotados para o posto. O diplomata de carreira era embaixador do Brasil na Coreia do Sul até meados deste ano.

Governadores

Bolsonaro também participa da reunião com os governadores eleitos e reeleitos, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Até ontem dos 27 governadores, 18 confirmaram presença. Haverá um almoço com o presidente eleito e parte de sua equipe, incluindo Paulo Guedes, que assumirá o Ministério da Economia, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

O encontro é organizado pelos governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em discussão, as prioridades dos estados e a relação com o governo federal.

Ontem, o presidente eleito afirmou que está aberto ao diálogo e também para conversar sobre a necessidade, de alguns estados, de renegociar dívidas. Mas afirmou que há dificuldades em elevar a destinação de verbas, pois o Orçamento Geral da União “está complicado”.

Transição

Bolsonaro também vai se reunir com a equipe de transição, no CCBB. A expectativa é anunciar ainda hoje o nome do ministro do Meio Ambiente.

Ontem (13), ele avisou que será mantido o status de ministério para o Trabalho, cuja estrutura será absorvida por outra pasta.

A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que sua área vai agregar também o setor de pesca e as políticas relacionadas à agricultura familiar e reforma agrária. No cenário atual esta estruturas estão sob duas secretarias especiais vinculadas diretamente ao Palácio do Planalto.

Fonte: Agência Brasil