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Vereador Luis Costa fala sobre paralisação nacional dos caminhoneiros e faz um alerta a população


Da Redação

Uma semana de paralisação nacional dos caminhoneiros fez o País parar. O maior reflexo do movimento foi à falta de combustíveis nas bombas. No último final de semana Primavera do Leste acompanhou a movimentação na entrada da cidade, nas margens da BR-070, e ouviu as reivindicações dos caminhoneiros sobre o preço exorbitante dos combustíveis e a desvalorização no pagamento pelo frete.

“Eu acompanhei a paralisação de perto, e os caminhoneiros estão de parabéns pela mobilização nacional, são guerreiros das estradas. A categoria conseguiu baixar R$ 0,46 centavos no diesel por 60 dias, também conseguiu a redução nos postos de pedágio. Todos sabem que eu tenho lutado há anos para que reduza o valor do pedágio cobrado que é um absurdo principalmente a cobrança feita pela Concessionária Morro da Mesa, agora com essa medida, também comemoro junto a categoria. Além dessas reivindicações os caminhoneiros conseguiram 30% na redução do frete da Conab”. Explica o vereador Luis Costa (PR) durante sua fala na última sessão ordinária (28).

No entanto o vereador chama atenção ao dizer que se há redução em um produto, terá aumento em outros. “O governo federal diz que não tem dinheiro, diz que o País está em crise, mas se irá reduzir de um lado, irá aumentar do outro. Quem acompanha a mídia seja escrita ou televisionada, sabe que não existe almoço grátis e que ninguém vai dar prato feito de graça. O governo vai tirar de algum lugar para cobrir essa baixa. Eu parabenizo a categoria e acho o movimento válido, mas isso não ficará de graça”.

Durante a paralisação no final de semana, representantes políticos locais se reuniram em torno dos caminhoneiros para sinalizar apoio ao movimento, porém o legislador Luis Costa explica que o movimento não pode ser político e que o espaço de reivindicações é legítimo, mas partiu de uma categoria.

“Eu sempre expressei minha opinião e sofro perseguições por isso, pago um preço alto, mas eu digo a verdade, o que vimos no final de semana, foi um palanque de comício e é preciso lembrar que a paralisação não é um ato político partidário, é uma luta de uma categoria que tem buscado melhorias, dignidade de trabalho e salário. Um representante de entidade do comércio local disse uma verdade em relação ao apoio do povo à paralisação, em que o comércio todo parou para apoiar a categoria, mas agora os comerciantes esperam o mesmo. Se o comércio parar, ou precisar reivindicar, nós vamos estar juntos, apoiando? O produtor rural vai estar junto ao comércio?” Indaga Luis Costa.

O vereador disse ainda que nós devêssemos ter essa vontade de manifestação e ajudar também outras entidades, se a classe dos caminhoneiros conseguiu uma redução, porque não apoiar outras entidades?

“Este empenho que todos tiveram em ajudar o movimento também poderia se estender a outras classes. Essa determinação precisa continuar. O brasileiro precisa lutar para que tenhamos um final feliz. Não vou aqui fazer um discurso populista, que estou lutando e vamos até o fim, porque infelizmente a conta vai chegar, seja no arroz ou em outro produto. Essa é a realidade. Uma categoria conseguiu, mas o movimento por um Brasil melhor tem que continuar e começando por nós, por cada um. Não existe milagre, a minha expectativa é que as coisas melhorem, porque o problema não está no sistema e sim no brasileiro. Temos o exemplo agora, que quando começou a faltar combustível, todos lotaram os postos e novamente quando chegou nas bombas, mais pessoas lotaram novamente, formando filas enormes, então cadê o sentimento de união, de força, de estarmos juntos? A mudança começa com cada um de nós, porque esse exemplo de filas por combustível demonstra que o carro é uma paixão nacional, todo mundo quer ter seu veículo, mas no momento de luta cadê essa união. Cada um tem que ter atitude, a vereadora Carmem Betti (PSC) veio trabalhar a pé, eu vim de bicicleta e assim que iremos conseguir algo maior, mudando nosso pensamento”. Ressalta o legislador.

Luis Costa encerra sua fala sobre a paralisação nacional dos caminhoneiros dizendo que nós temos que aprender a votar, temos que acompanhar as notícias mentirosas e falsas.

“Eu tenho admiração por alguns representantes políticos sérios como o vereador Manuel Mazutti do MDB, entre outros, mas quero dizer que infelizmente todos os partidos seja, o MDB ou meu partido, todos estão ligados, e para mudarmos esse cenário político temos que mudar nossa cabeça. Aprender a votar, temos que cobrar, unir com todas as categorias, não existe mágica. Mas agora neste momento, todos brasileiros irão pagar a conta, não importa como irá vim essa redução do combustível, mas o governo irá sim cobrar em outro produto. É aquela história, baixa aqui e aumenta dali”. Afirma Luis Costa.

 


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Vereador Luis Costa solicita ao executivo a roçada de mato seco em terrenos baldios e caminhões pipas para molharem as ruas de chão


Da Redação

O clima seco é um dos vilões da boa respiração, é a falta de chuva, a poeira excessiva e as queimadas. Primavera do Leste não fica atrás da realidade nacional, pois o período da seca chega em média há durar três meses, e neste período as doenças respiratórias se agravam, principalmente nas crianças e idosos.

Neste último final de semana o vereador Luis Costa (PR) esteve nos Bairros Poncho Verde e São Cristovão, acompanhando a situação dos terrenos baldios que estão com muito mato seco.

“Esta época do ano, que o clima fica mais seco, tem que cuidar mais da saúde com prevenções, como por exemplo, realizar a roçada de alguns terrenos baldios espalhados pela cidade para evitar que pegue fogo. Estarei solicitando a secretaria de obras o serviço de roçada e limpeza dos terrenos principalmente nestes bairros com pontos mais críticos, porque se houver a queimada o fogo pode se espalhar rapidamente e atingir as residências da comunidade”. Explica o vereador Luis Costa.

Na sessão ordinária de segunda – feira (24), o legislador junto com o colega vereador Valmislei Alves dos Santos, falaram sobre as reclamações dos moradores do Bairro Guterres e região em relação à poeira.

“Este é outro problema que se agrava nesta época do ano, e a população não tem aguentando tanta poeira. Alguns bairros da cidade como o Guterres e região, são mais atingidos porque ainda existem algumas ruas sem asfalto, como exemplo, a rua próxima ao aeroporto que é um dos principais acessos aos bairros. Como o colega Valmislei disse, o executivo precisa colocar alguns caminhões pipas para molhar as ruas, porque se existe água para molhar as gramas, como não molhar as ruas de chão. Eu peço atenção da prefeitura em relação a esta situação que os moradores estão passando com tanta poeira, porque se não fazermos nada, as pessoas irão ficar doentes e sempre digo aqui, que a nossa prioridade tem que ser a saúde do cidadão”. Finaliza Luis Costa.