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Vereador Luis Costa diz que Governador do Estado não está priorizando a Educação em Primavera do Leste


Da Redação

Vereador Luis Costa com colega Carlos Instrutor verificando condições dos utensílios da merenda escolar

O assunto não é novo! As condições da Escola Estadual Extensão do Assentamento Nova Poxoreú, que é precária. Por inúmeras vezes o vereador Luis Costa (PR), reclamou da falta de vontade e de prioridade com a educação das crianças e adolescentes, por parte do Governo do Estado e Secretário Estadual de Educação.
“Já visitei a escola com alguns colegas vereadores, com o prefeito, por várias vezes. As condições são ruins. As crianças estudam em um local que não é arejado. Que a iluminação é baixa e antiga (lâmpadas amarelas), as salas são muito quentes e super lotadas. A escola não tem uma cobertura para os alunos ficarem, também não tem quadra de esporte, nem muro ou cerca que traria a instituição escolar, mais segurança. Mais o que me deixou impaciente e nervoso, foi ver as crianças fazendo a refeição no chão”. Explica
O legislador continuou sua fala, dizendo que, é muito triste saber que estamos em uma cidade tão rica, e um estado que tem dinheiro, mas ao mesmo tempo, ver crianças e adolescentes, sentadas no chão, usando pratos e talheres de plásticos que não estão em condições de uso, para lancharem.
“O nosso governador tem que ter vergonha na cara, porque a situação da escola no assentamento não é de hoje. Ele sabe que existe o problema. Seria o mínimo atender as nossas crianças e adolescentes com educação de qualidade. Educação e Saúde são prioridades. Nós estamos sem repasse na área da saúde para as UTIs. Essa é outra situação inadmissível! Cadê o dinheiro?”. Pontua
Luis Costa concluiu sua fala na sessão ordinária de ontem, (16) ressaltando que, “com a exibição da reportagem na TV Centro América, afiliada da Globo, em relação as péssimas condições da estrutura da escola, quem sabe agora, desta forma o governador faça alguma coisa, porque os vereadores e nem o prefeito ele atendeu”.


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Polícia

Grupo suspeito de monopolizar saúde em MT é alvo de 2ª fase de operação


Segunda fase da Operação Sangria — Foto: Tiago Terciotty/TV Centro América

Segunda fase da Operação Sangria — Foto: Tiago Terciotty/TV Centro América

Oito integrantes da organização criminosa que montou um esquema para monopolizar a saúde em Mato Grosso, por meio de serviços médicos hospitalares, são alvos da segunda fase da operação ‘Sangria’, deflagrada na manhã desta terça-feira (18), pela Polícia Civil de Mato Grosso.

De acordo com a Polícia Civil, devem ser cumpridos oito mandados de prisão preventiva e quatro buscas e apreensão.

Os alvos da segunda fase, entre eles três médicos, um gerente de licitação, um coordenador financeiro e funcionários das empresas prestadoras de serviços médicos hospitalares, são investigados em crimes de obstrução à justiça praticada por organização criminosa e coação no curso do processo.

A operação, feita a partir de investigação da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), é desdobramento do cumprimento de onze mandados de busca e apreensão da primeira fase da operação, no dia 4 de dezembro.

Segunda fase da Operação Sangria é realizada em Mato Grosso pela Polícia Civil — Foto: Tiago Terciotty/TV Centro América

Segunda fase da Operação Sangria é realizada em Mato Grosso pela Polícia Civil — Foto: Tiago Terciotty/TV Centro América

A operação apura irregularidades em licitações e contratos firmados com as empresas Proclin, Qualycare e a Prox Participações, firmados com o município de Cuiabá e o governo estadual.

Um segundo inquérito policial foi aberto no dia 14 de dezembro depois que a Polícia Civil detectou que os investigados estavam obstruindo o trabalho da Justiça.

A delegada da Defaz, Maria Alice Barros Martins Amorim, disse que os investigados destruíram, ocultaram e coagiram testemunhas, além de usar força política para atrapalhar a operação. Outros suspeitos, ainda, fizeram pagamentos pendentes para encobrir as fraudes.

Ainda conforme a Polícia Civil, ficou constatado que o grupo criminoso teria destruído provas e apagado arquivos de computadores para dificultar as investigações, além de ameaças feitas às testemunhas.

A investigação da operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa e passiva, referente a condutas criminosas praticadas por médicos, administrador de empresa, funcionários públicos e outros, tendo como objeto lesão ao erário, vinculados a Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização.

Segundo a apuração, a organização mantém influência dentro da administração pública, no sentido de desclassificar concorrentes, para que ao final apenas empresas pertencentes a eles possam atuar livremente no mercado.

A investigação demonstra que a organização criminosa, chefiada por médicos, estão deteriorando a saúde pública de Cuiabá e de Mato Grosso.

Levantamento feito pela Central de Regulação de Cuiabá, em 2017, aponta que 1.046 pessoas aguardavam por uma cirurgia cardíaca de urgência e outras 390 por um procedimento cardíaco eletivo.

Huark Douglas foi afastado e exonerado após a 1ª fase da Operação Sangria — Foto: Luis Alves/Prefeitura de Cuiabá

Huark Douglas foi afastado e exonerado após a 1ª fase da Operação Sangria — Foto: Luis Alves/Prefeitura de Cuiabá

Primeira fase

Na primeira fase da operação, o secretário municipal de Saúde, Huark Douglas Correia, foi alvo da polícia. Ele acabou afastado e exonerado do cargo um dia depois da operação.

Nome da Operação

O nome da operação ‘Sangria’ remete a uma modalidade de tratamento médico que estabelece a retirada de sangue do paciente como tratamento de doenças, que pode ser de diversas maneiras, incluindo o corte de extremidades, o uso de sanguessugas ou a flebotomia.

Fonte: G1 Mato Grosso