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Três pessoas morrem em rodovia após explosão entre caminhões em acidente


Três pessoas morreram carbonizadas na tarde dessa quarta-feira (17) após a explosão entre caminhões em um acidente, na MT-242, na região de Sorriso, a 420 km de Cuiabá.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros e de socorristas, as três vítimas estavam no mesmo caminhão, que atingiu um caminhão-tanque, que explodiu.

De acordo com os bombeiros, o caminhão-tanque seguia pela rodovia estadual, sentido Nova Ubiratã (município a 506 km da capital), enquanto que outro veículo de carga, que teria supostamente forçado uma ultrapassagem, trafegava sentido Sorriso.

Os dois veículos bateram de frente e o caminhão-tanque, que estava carregado com óleo diesel, explodiu. O acidente ocorreu no km 21 da MT-242.

Mesmo em chamas, o motorista do caminhão-tanque conseguiu sair pelo para-brisa. Os socorristas, Fabio Junior e Wagner Lisboa presenciaram a colisão e auxiliaram no resgate das vítimas.

O condutor do caminhão-tanque, Valdecir Sgnori, de 36 anos, foi internado e está en observação no Pronto Atendimento do Hospital Regional de Sorriso.

“Aparentemente [o motorista que sobreviveu] estava com queimaduras de segundo grau, estava consciente, estável e foi encaminhado ao hospital regional”, disse Fábio.

O motorista contou aos socorristas que o caminhão apareceu de repente na frente dele.

“Eu vi um veículo que fez a ultrapassagem no carro pequeno, empurrando o carro para fora da pista. Ele rodou na pista e bateu de frente com o caminhão de combustível. Só vi a explosão. O motorista saiu pelo para-brisa, em chamas. Estava com bastante queimaduras”, relatou Wagner.

De acordo com o soldado Alessandro Luis, do Corpo de Bombeiros, a pista teve que ter interditada para retirada dos veículos e dos corpos. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação.

Fonte: G1 Mato Grosso


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Brasil

PF prende 4 suspeitos de hackear celulares de Moro e Deltan


Polícia Federal abriu a Operação Spoofing nesta terça-feira, 23, e prendeu 4 suspeitos de invadir o celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol. A ação foi determinada pelo juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, Vallisney de Souza Oliveira.

A Federal prendeu um homem e uma mulher na capital e outros dois homens em Araraquara e Ribeirão Preto.

Além de Moro, procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Paraná e outras autoridades foram hackeados – no mandado de buscas, há menção ao desembargador federal Abel Gomes (Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio), ao juiz federal Flávio Lucas (18ª Vara Federal do Rio) e delegados Rafael Fernandes, da PF em São Paulo, e Flávio Vieitez Reis, em Campinas.

Diálogos mantidos no auge da investigação entre eles e o então juiz Sérgio Moro foram vazados e publicados pelo site The Intercept, indicando um suposto conluio. Moro e os procuradores não reconhecem a autenticidade das mensagens a eles atribuídas.

A PF cumpriu quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em São PauloAraraquara e Ribeirão Preto. Os mandados foram cumpridos pelo delegado da PF Luiz Flávio Zampronha, que investigou o escândalo do Mensalão.

Um dos endereços de buscas é a residência da mãe de um dos suspeitos, Gustavo Henrique Elias Santos, preso na capital paulista. Ele trabalha com shows e eventos, segundo investigadores. Seu advogado, Ariovaldo Moreira, diz não conhecer os autos da investigação e afirma que pediu informações à 10ª Vara Federal de Brasília.

“Liguei para a Polícia Federal em Brasília para buscar garantias de que ele está lá. Eles me encaminharam um e-mail para que eu fizesse o pedido. Eles me disseram que ele poderia ter me ligado, mas soube que o telefone do Gustavo foi apreendido”, afirmou o advogado.

No e-mail, enviado à PF em Brasília, ele afirma: “Informo ainda que, na qualidade de Advogado do Sr. Gustavo, não autorizo a oitava do mesmo sem minha presença, ou que seja interrogado na presença de qualquer defensor público a ele nomeado. Preciso informações sobre o local que ele se encontra detido, bem como o horário que sera interrogado”.

“As investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados”, informou a PF.

Spoofing, segundo a Federal, é um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é. A operação mira uma ‘organização criminosa que praticava crimes cibernéticos’.

Moro teve o aparelho celular desativado em 4 de junho, após perceber que havia sido alvo de ataque virtual. O celular do ministro foi invadido por volta das 18h. Ele só percebeu após receber três telefonemas do seu próprio número. O ex-juiz, então, acionou investigadores da Polícia Federal, informando da suspeita de clonagem.

O último acesso de Moro ao aparelho foi registrado no WhatsApp às 18h23 daquele dia. O hacker tentou se passar pelo ministro no Telegram.

Joice e Guedes

A Polícia Federal informou nesta terça-feira que vai investigar a suposta invasão de hackers nos aparelhos celulares do ministro da Economia, Paulo Guedes, e da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP). A parlamentar disse que teve seu telefone celular clonado na madrugada de domingo, 21. Já o celular do ministro teria sido hackeado na noite desta segunda-feira, 22.

A apuração sobre o caso envolvendo a deputada Joice está mais avançada. Assim que tomou conhecimento da invasão, na segunda-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, determinou que a Polícia Federal abrisse uma investigação para apurar a denúncia. A denúncia feita pela deputada foi encaminhada à corregedoria da PF, que decidiu abrir um inquérito para apurar a invasão.

Sobre a possível invasão do celular de Guedes, a assessoria do Ministério da Economia disse que, na noite de segunda-feira, 22, o celular do ministro havia sido hackeado. Em mensagem distribuída a jornalistas, a assessoria pediu que mensagens vindas do número de Guedes e de outras pessoas do gabinete fossem desconsideradas.

Estadão 


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política

Vereadores de Primavera do Leste participam de agenda com o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta


Da Redação

Na tarde desta segunda (22) os vereadores Luis Costa (PL), Carmem Betti Borges (PSC) e Juarez Faria Barbosa (PDT), estiveram em Rondonópolis acompanhando a agenda do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O convite aos vereadores foi realizado pelo senador Wellington Fagundes (PR), que na ocasião falou da importância da participação dos legisladores de Primavera do Leste na discussão do consórcio regional de saúde.

O ministro Mandetta, visitou o Hospital e Maternidade Santa Casa de Misericórdia, que durante a oportunidade, autoridades e profissionais da saúde, explanou a importância de manter em dia os pagamentos dos funcionários, além da destinação de recursos, já que o hospital atende toda demanda da região sul do estado.

Em seguida o ministro foi para a prefeitura de Rondonópolis, com as demais autoridades em que se explanou a situação do Sistema Único de Saúde (SUS) de nosso País, e quais os pontos que precisam mudar para que o atendimento seja mais eficiente para quem precisa.

“Precisamos unir forças para melhorar nossa saúde pública. Sempre digo que a saúde vem em primeiro lugar, porque sem ela não temos condições de trabalhar, de estudar e de lazer. É necessário mais investimentos em nossa saúde, principalmente que os recursos federais e estaduais cheguem aos municípios porque quem sofre é quem está na ponta, na fila de espera por exames e cirurgias”. Aponta o vereador Luis Costa.

A programação atende ao pedido do senador Wellington Fagundes, vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios, que tem conversado com o ministro sobre a situação da saúde no interior do Estado. Em Rondonópolis, recentemente, registrou duas mortes em conseqüência da gripe H1N1.

Outros cinco casos suspeitos foram registrados nas unidades de saúde do município. Diante da situação, o Ministério da Saúde anunciou, no começo do mês, o envio de 30 mil doses suplementares de vacina contra a gripe H1N1. Este foi um dos assuntos levados ao ministro pelo senador Wellington Fagundes. Hoje (23), o ministro estará em Cuiabá para a reabertura da Santa Casa de Misericórdia, que agora passa a ser comandada pelo governo do Estado.