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Taques não acredita em candidatura de Mauro ao governo: “ele nunca me disse”


O governador Pedro Taques (PSDB) não acredita que o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) esteja articulando, nos bastidores, uma possível candidatura ao Governo do Estado. “Ele nunca me disse isso de ser candidato ao governo, não acredito nisso”, disse o tucano após lançamento do Circuito Itinerante da Ciência e inauguração da carreta MT Ciência, nesta terça (21).

Mauro ficou entusiasmado com o resultado de pesquisas feitas para analisar cenários e possibilidades e que o apontou entre os primeiros colocados nas intenções de voto. Caso avance nesse projeto, será a segunda vez que tentará o Palácio Paiaguás. Em 2010, perdeu para Silval Barbosa.

O ex-prefeito, que está desembarcando do PSB em razão da volta do deputado Valtenir Pereira à presidência estadual da sigla, estuda filiar-se no DEM dos irmãos Júlio e Jayme Campos, outra opção seria o PR do senador Wellington Fagundes.

Taques diz confiar ainda na reedição da aliança que o elegeu ao Governo do Estado em 2014, formada pelo PSDB, PSD, DEM e PSB. Apenas os socialistas estariam fora em razão de Valtenir voltar ao comando do partido e deve migrar para oposição. Contudo, o DEM já sinaliza um desembarque. O ex-deputado federal Júlio Campos disse que se os dissidentes do PSB migrarem para o DEM, o partido terá musculatura para negociar a majoritária com o arco de aliança. Ameaça, inclusive, deixar o bloco caso não seja contemplado.

Uma das exigências para Mauro ingressar ao DEM é que o seu afilhado político, deputado federal Fabio Garcia, assuma a presidência estadual. O intuito seria evitar boicote ou conspiração. Já no PR, o ex-prefeito teria dificuldade de carregar aliados para a sigla, pois os republicanos são opositores a gestão Taques.

Fonte: Tarso Nunes/ RDNews


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Rosa Weber toma posse na presidência do TSE


A ministra Rosa Weber toma posse hoje (14), às 20h, no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão solene no plenário da Corte. A solenidade será transmitida ao vivo pela TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube.

Rosa Weber será a segunda mulher a presidir o TSE em mais de 70 anos de criação do tribunal. A primeira foi Cármen Lúcia, em 2012. O primeiro desafio da ministra será a organização das eleições de outubro, que serão realizadas no dia 7.

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, durante a segunda e última audiência pública sobre descriminalização do aborto.
A ministra do STF Rosa Weber (Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil)

Rosa Weber, que é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), já ocupa a vice-presidência do tribunal e vai suceder a Luiz Fux, que concluiu período máximo de dois anos no cargo. O mandato irá até agosto de 2020.

Na mesma sessão, serão empossados os ministros Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF),  e Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça. Barroso assume como vice-presidente do TSE e Mussi será corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

O TSE é formado por sete ministros, dos quais três são do STF, sendo um o presidente da Corte. Dois ministros são do STJ, um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, e dois juristas que representam os advogados e são nomeados pelo presidente da República.

Nas eleições de outubro, caberá ao tribunal, além de organizar o pleito, deferir os registros de candidatura de candidatos à Presidência da República e todos os recursos que os envolvem.

Histórico

A ministra nasceu em Porto Alegre e fez carreira como magistrada da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Antes de ser nomeada para o STF em 2011, Rosa ocupava o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi juíza do Trabalho no período de 1981 a 1991, integrou o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) de 1991 a 2006. Rosa Weber assumiu a presidência do TRT da 4ª Região de 2001 a 2003.

Fonte: Agência Brasil