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Revitalização e ciclovia na Avenida Campo Grande


Uma das avenidas tradicionais de Primavera do Leste, a Avenida Campo Grande receberá obras de revitalização dos canteiros centrais e implantação da ciclovia. A iniciativa surgiu a partir da ideia do Prefeito Léo Bortolin, PMDB, de tornar mais acessível à trafegabilidade e proporcionar mais segurança aos ciclistas, esporte que a cada dia tem conquistado mais adeptos no município.

Durante o lançamento da obra, nesta manhã desta terça-feira (19), o prefeito Léo Bortolin ressaltou que na primeira etapa será feito a implantação da ciclovia em toda a extensão da Avenida Campo Grande – cerca de 3,5 quilômetros.- “e logo em seguida, a nossa meta é interligar até o Lago Municipal e seguir ao Primavera III”.  É meta dessa administração  redesenhar os canteiros de outras avenidas, como a Cuiabá, Campo Grande, Porto Alegre e Amazonas, com o intuito de embelezamento e acessibilidade.

O vereador Kinha Juriti, na oportunidade, representando o Legislativo, aproveitou para reiterar que o município precisa de mais ações como essas. “é uma obra relativamente simples de ser executada, mas com resultados extraordinários, que envolve duas coisas importantes para sociedade, o apoio ao esporte e mais seguranças ao pedestre”. Para Nelso Marcon, um dos pioneiros e incentivadores do desenvolvimento de Primavera do Leste, “o município precisa de ações como essas que transformam e trazem melhoria para todos nós”.

Conforme o secretario de infraestrutura, Eduardo Wolff, outras ações de transformações já estão sendo planejada pela Prefeitura . “São obras que vão ao encontro da expectativa da população primaverenses, que além de embelezar o município, trará mais qualidade de vida”.  O evento foi prestigiado por secretários e vereadores.

Da Assessoria


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Brasil

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil


A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu.

Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura.

O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.”

O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como “infundada” e uma “medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública”.

“A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, diz um trecho da nota da ABPA.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.

Fim da suspensão

Em março, o próprio Ministério da Agricultura chegou a suspender as exportações de três frigoríficos da BRF Foods com destino à Europa e outros países, em decorrência da investigação da Operação Trapaça, que identificou contaminação da carne in natura pela bactéria Salmonella. A medida, no entanto, foi retirada ontem após os esclarecimentos do grupo quanto aos procedimentos sanitários adotados no prcessamento do produto para exportação. A principal empresa brasileira exportadora de frango é a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, seguida pela JBS.

*Com informações da EFE.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília