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Primavera do Leste recebe EmCena Brasil com apresentações culturais de graça para toda comunidade


Serão dois dias de arte de graça na Praça da Matriz, que fica no centro da cidade. As atividades começam hoje às 15h da tarde e seguem até às 20h da noite. E amanhã (quarta-feira) no mesmo horário. 

“O caminhão do palhaço chegou na cidade”, assim ficamos conhecidos, quando o EMCENA BRASIL entra nas cidades.

O Teatro tem um poder agregador fantástico…. é  impressionante contemplar as praças  lotadas de pessoas querendo assistir  Teatro… formidável… sem falar na comoção  que os espetáculos causam no público: “Nós estamos radiantes com as apresentações teatrais, que levantou a nossa auto-estima! Amamos vocês. Parabéns.” ( depoimento)

….Ainda hoje ficamos surpresos em saber que podemos, através da nossa arte,   transformar pessoas, é mais que dar um “alento” é dar esperança, é indicar que existe um  caminho: Que bom ver o brilho de felicidade nos olhos das crianças, é o brilho da esperança.” ( depoimento )

“ A estrada é longa, a légua é tirana, como diria Gonzaga… rsrsrs. Mas a presença de vocês aqui é o pote de ouro no fim do arco íris… Estou “apaixonada” por tudo isso!” (  Prissila Landim- Sento Sé-Ba – depoimento )

Guardamos em nossas lembranças  olhos brilhantes,  deixamos os ouvidos atentos para ouvir o riso dobrado  do público….Será assim também em PRIMAVERA DO LESTE. Emcena Brasil está em festa, comemorando 10 anos de projeto e será uma celebração cultural  na PRAÇA DA MATRIZ.

Já passamos por mais de 350 cidades, atingindo um público estimado de um milhão e meio de pessoas.

Essa edição 2018 passaremos pelos estados : São Paulo, Bahia , Maranhão, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e  Minas Gerais, serão mais de 60 cidades.

Estamos obedecendo a velha máxima “ O ARTISTA VAI ONDE O POVO ESTÁ”.

Confira a  programação GRATUITA

1º DIA –   TERÇA

15h

A MENINA E O SABIÁ /  Teatro para crianças

17h

ATIVIDADES RECREATIVAS / A MALA ESTAMPADA

Contação de Histórias / A seguir Oficina de  Dobradura

19h

CINE CURTA BRASIL / Cinema

20h

CIRCO DE DOIS /Circo

 2º  DIA –  QUARTA

14h

PALESTRA EMCENA BRASIL 

15h

O  REINO BRUXÓLICO DA BRUXA SERAFINA CHINFRIM /Teatro para crianças

17h

ATIVIDADES RECREATIVAS

A FOLIA NO TERREIRO DO SEU MANÉ PACARÚ

Teatro de Mamulengo / A seguir Oficina de Desenho

19h

CONVIDADO LOCAL

20h

A MANDRÁGORA

Teatro para adultos

Fonte: Assessoria


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Brasil

Futuro presidente terá de enfrentar financiamento do SUS


A revitalização do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pelo atendimento exclusivo de cerca de 75% da população brasileira, hoje estimada em 208,5 milhões de pessoas, está entre os principais desafios do próximo presidente da República, juntamente com a segurança pública e a geração de empregos. Segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo: em 2017 foram realizados 3,9 bilhões de atendimentos na rede credenciada.

Entre os procedimentos mais frequentes, ao longo do ano passado, estão, por exemplo, consulta médica em atenção básica e especializada, visita domiciliar, administração de medicamentos em atenção básica e especializada, aferição de pressão arterial e atendimento médico em UPA (Unidade de Pronto Atendimento). A estrutura do SUS em todo o Brasil envolve 42.606 unidades básicas de saúde e o mesmo número de equipes do programa Saúde da Família, 596 UPAs, 2.552 centros de atenção psicossocial (Caps), 1.355 hospitais psiquiátricos, 436.887 leitos, 3.307 ambulâncias, 219 bancos de leite humano e 4.705 hospitais conveniados (públicos, filantrópicos e privados).

 

Info sus 2018
Info sus 2018 – EBC

Para financiar essa rede de atendimento, a pasta da Saúde tem o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios. Em 2018, a previsão no Orçamento Geral da União é de R$ 130,2 bilhões, sendo R$ 119,3 bilhões para ações e serviços públicos. Quem está na ponta do sistema, no entanto, reclama de subfinanciamento da saúde pública.

Diagnóstico

Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Leonardo Vilela, as verbas federais são “absolutamente insuficientes” para custear o sistema público, o que vem obrigando os estados e os municípios a ampliarem sua participação. Isso, conforme Vilela, resulta em hospitais privados conveniados quebrando, filantrópicos endividados e atendimento precário nos hospitais públicos. “Se o próximo presidente não resolver a questão do financiamento, o sistema vai entrar em colapso”, afirmou.

O diagnóstico do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Guimarães Junqueira, segue a mesma linha. “Os repasses federais vêm caindo nos últimos tempos. Não levam em conta aumento da população, nem o aumento do desemprego que joga mais pessoas no SUS, nem o envelhecimento da população, com consequente aumento das doenças crônicas. Também não considera os avanços tecnológicos, que custam caro”, argumentou.

Cálculos feitos pelos dois conselhos, com base em dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde, mostram uma linha decrescente no fluxo de recursos federais para financiamento da saúde pública. Em 1993, a participação da União era de 72%, dos municípios, 16%; e dos estados, 12%. Em 2002, a União entrou com 52,4% das verbas, os municípios, com 25,5%; e os estados, com 22,1%.

No ano passado, a União aplicou R$ 115,3 bilhões em saúde, o que representa 43,4% do total de recursos públicos investidos no SUS. Os municípios entraram com R$ 81,8 bilhões (30,8%), e os estados com R$ 68,3 bilhões (25,8%).

Os dois secretários reconhecem a necessidade de melhorar a gestão do sistema público, por meio do treinamento e capacitação de gestores dos hospitais e unidades de saúde, mas argumentam que, ainda assim, a verba é insuficiente para atender a demanda da população. Segundo Vilela, a crise econômica, além de reduzir a arrecadação de impostos, colocou no sistema os trabalhadores desempregados que perderam planos de saúde, sobrecarregando ainda mais a rede pública. “Até para melhorar a gestão precisamos de mais recursos, pois um dos caminhos, a informatização, custa dinheiro”, disse.

Para o Conasems, um dos caminhos para ampliar o financiamento da saúde pública é a revisão da política de isenções fiscais concedidas a setores produtivos. “As desonerações representam mais do que o dobro do orçamento do Ministério da Saúde”, afirmou. Além disso, os conselhos defendem revisão das competências dos três entes da Federação e da repartição da arrecadação, bem como de leis que engessam a administração pública, refletindo diretamente na gestão do sistema de saúde.

Referência

Apesar das dificuldades, o Ministério da Saúde vê no SUS áreas de referência mundial. São bons exemplos a terapia antirretroviral, o sistema público de transplantes, o programa de imunizações, o banco de leite materno e a assistência farmacêutica. O SUS fornece 22 antirretrovirais, em 38 apresentações farmacêuticas, para o tratamento de portadores do HIV em todo o país. A organização do banco de leite humano brasileiro é referência para 40 países, sendo que 23 têm cooperação internacional com o Brasil para utilização do modelo.

Doação de leite materno
SUS é referência em banco de leite humano – Elza Fiúza/Arquivo/Agência
Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, o SUS mantém o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo, servindo de referência para outros países. No Brasil, 87% dos transplantes de órgãos sólidos são feitos no SUS, cujo paciente tem acesso à assistência integral – exames preparatórios, cirurgias, acompanhamento e medicamentos pós-transplantes.

A rede brasileira tem centrais de transplantes nas 27 unidades da Federação e conta com 13 câmaras técnicas nacionais, além de 494 estabelecimentos que realizam transplantes e 1.244 equipes habilitadas. Há também 70 organizações de busca de órgãos e 62 bancos de tecidos.

FONTE: Agência Brasil