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Polícia

Presos fazem colegas reféns e 5 detentos ficam feridos após tumulto em cadeia


Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis (Foto: Portal Campo Novo)

Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis (Foto: Portal Campo Novo)

Presos da Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá, provocaram um tumulto na unidade durante o final de semana. Cinco presos ficaram feridos no tumulto. A situação ocorreu no domingo (5) e foi divulgada nessa segunda-feira (6).

De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso (Sejudh-MT), um grupo de 20 presos segurou e arrastou outros quatro internos da ala evangélica como reféns para a cela 5.

Segundo a Sejudh, os presos tentaram realizar um motim durante o encerramento do horário de visita.

Ao ouvir os pedidos de socorro dos reféns, os agentes penitenciários providenciaram a tranca dos demais presos e a saída dos visitantes em segurança.

Os agentes ouviram que uma pessoa refém havia sido esfaqueada. Os servidores tentaram entrar, mas os presos colocaram colchões na grade e trancaram o portão.

O tumulto foi controlado e o preso ferido foi conduzido por uma ambulância ao hospital da cidade.

Ainda conforme a Sejudh, o preso teve apenas ferimentos superficiais. O quadro de saúde é estável e ele já retornou à unidade. Outros quatro presos do grupo que causou o tumulto também tiveram ferimentos em decorrência da contenção feita pelos agentes e foram atendidos e medicados.

Os 20 presos envolvidos no motim foram levados para a cela de triagem e serão ouvidos pelo delegado da Polícia Civil. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia.

Todos os envolvidos na tentativa de motim responderão a um procedimento disciplinar aberto pela unidade prisional.

Fonte: G1 Mato Grosso


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Polícia

Justiça mantém preso homem que matou mulher em Primavera


A justiça manteve a prisão do assassino confesso José de Carvalho de 71, conhecido como Zé Branco foi preso na segunda-feira (19), acusado de atirar, matar e atropelar a namorada Magna Alves Gabriel, de 31 anos. O crime aconteceu no último domingo (18), no bairro Novo Horizonte em Primavera do Leste, o acusado passou por audiência de custódia e o juiz manteve a prisão.

De acordo com o delegado Rafael Fossari, em depoimento o acusado disse que o casal começou uma discussão verbal, após a vítima exigir dinheiro para pagar algumas dívidas.

Ao se negar passar a quantia para a namorada, o suspeito afirmou ainda que a mesma pegou uma arma de fogo. Ele conseguiu tomar o revólver e disparou, segundo ele, acidentalmente contra a mulher. Logo depois, fugiu do local.

Ao ser questionado porque teria se entregado a Polícia, o suspeito disse que tem câncer e precisa continuar o tratamento.

Ainda de acordo com o delegado, a Policia Civil já ouviu mais de três testemunhas que disseram que além dos disparos de arma de fogo, houve também agressões com falcão na cabeça da vítima.

A equipe de investidores afirmou que a vítima apresentava lesões na cabeça. Porém é preciso a confirmação da perícia.

Sobre a arma usada no crime, José Carvalho disse que não tem o registro nem de porte nem de posse de arma de fogo. Ele afirmou também que não se recorda onde jogou a mesma.

José Carvalho permanece a disposição da justiça.

O crime

A Polícia Militar foi acionada por vizinhos que escutaram disparos de arma de fogo. Após ligarem para PM, as testemunhas foram até a rua e presenciaram quando o suspeito atropelou a namorada com a própria caminhonete. Em seguida, o suspeito fugiu com o veículo em alta velocidade.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e encaminhou a vítima para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Foi constatado ainda pelos militares, que dentro da casa do suspeito havia diversas marcas de tiro no chão e muito sangue. A Perícia Oficial Técnica (Politec) foi acionada e deu início aos trabalhos de investigação.

Magna Alves Gabriel deixou um casal de filhos, um de 11 anos de idade outro de 13. A Polícia Civil agora trabalha na intenção de prender o suspeito do crime

Com informações  AgoraMT

 


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Brasil

Atirador do Bope mata sequestrador de ônibus na Ponte Rio-Niterói; ação terminou sem reféns feridos


O porta-voz da Polícia Militar (PM) do Riode Janeiro, coronel Mauro Fliess, confirmou que o sequestrador que fez 37 reféns no início da manhã, em um ônibus na Ponte Rio-Niterói, foi morto por atiradores de elite.

Tiros foram ouvidos no local por volta das 9h. Pelo Twitter, a PM informou que a ocorrência foi encerrada sem vítimas entre os reféns. “O tomador de refém foi neutralizado por um atirador de precisão do #Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais] e todos os reféns foram libertados ilesos” postou a corporação.

O sequestro começou pouco antes das 6h e interditou a ponte nos dois sentidos. Até as 9h, o sequestrador havia liberado seis reféns. Segundo as primeiras informações, ainda não confirmadas, o sequestrador estava armado e se identificou como policial militar.

A polícia disse que a arma usada por ele era um simulacro, ou seja, de brinquedo.

A ponte permanece interditada.

Agencia Brasil 

 


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A Palavra - Opinião

Você só vive o que tolera


“O que move o ser humano é a busca do prazer ou a fuga da dor, e a maioria sempre decide por fugir da dor”.  Antony Robbins
Dar um basta a tudo aquilo que não se ajusta mais a sua maneira de entender a vida  enquanto pessoa saudável é o preço que se paga pelo crescimento, muitas vezes uma “tragédia anunciada” de algo que jamais poderia acabar bem. É como uma compra feita no cartão de crédito, em algum momento o limite estoura e não é possível adquirir mais nada, mais certo que isso ainda é que a conta sempre chega, lançando o valor total da dívida.
Qual é o seu limite? O que está tirando a sua alegria? O que tem tolerado desde sempre acreditando que é assim mesmo? Quem ou o que está controlando sua tomada de decisão? Porque você fez isso ou deixou de fazer? Se era tão importante e doloroso para você porque suportou por tanto tempo?
 
Na verdade os seus motivos é o que de verdade importa e mais nada.Decisões difíceis e que mudam o rumo de nossas vidas são tomadas todos os dias, as vezes tardiamente mas são. E quanto mais coisas estiverem em jogo mais irá exigir de você coragem para fazer o que ninguém mais faria no seu lugar.
Sabe aquele velho ditado: Deu medo? Vai com medo mesmo!  Ele é libertador e funciona para tudo que está importunando os seus dias e atrasando você de ser quem nasceu para ser. A mensagem atual e não tão “politicamente correta” afirma que devemos mesmo apertar o botãozinho chamado FODA-SE  quando chegamos no nosso limite, sem dó de quem nunca teve compaixão alheia.
Atitudes assim são a prova de que o exercício da autocompaixão funciona. você não pode se responsabilizar de forma alguma com o que lhe fizeram mas está em suas mãos toda a responsabilidade fazer algo em relação a isso, em defesa da sua verdade, impondo um limite saudável entre o que serve e o que não serve mais na sua vida. Eu chamo esse processo de maturidade e consciência plena de todo o desajuste causado por algo fora do seu devido lugar.
Se você está rodeado de amigos que somente te suportam, não celebram contigo suas conquistas ou não sentem empatia por suas dores, o que te faz permanecer neste meio? Chegará um momento em que o ambiente te contaminará de tal forma que você passará a enxergar com naturalidade aquilo que é comum a muitos mas pra você nunca foi normal. Vai passar a vida toda ao lado de pessoas que não gosta, vivendo experiências que te violam e machucam se tudo já perdeu o propósito?
Aprendi morando os últimos 17 anos em Poxoréu/MT que não sabemos o que “mudo”* quer. É fato. Sendo assim, a solução é não se calar, dando publicidade ao que lhe incomoda e não quer que faça mais parte da sua vida.
Vale ressaltar que: não fazer nada e seguir carregando suas dores em forma de sombras vai continuar doendo onde quer que esteja, ser intolerante ao que te importuna não será fácil mas é o melhor a ser feito, segurar tudo sozinho vai te adoecer e falar e respeito é o que pode salvar a sua vida!
Enquanto usar sua força para tolerar será a sua batalha interna, após tomar a decisão de compartilhar o que era fardo pesado passará a ser leve e, de certa forma, será como se tivesse tomado uma dose do antídoto produzido pela superação de viver a própria essência, afastado de toda teia criada pela manipulação psicológica do ambiente que decidiu não frequentar.
*Chamar uma pessoa que não fala de mudo é incorreto porque deve-se primeiro saber o motivo da limitação na sua comunicação. Percebendo que a pessoa tem deficiência auditiva o correto é chamá-lo de surdo.
Luciene Afonso
Master Coach – Febracis
Jornalista
Palestrante
Analista Comportamental