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Prefeitura inaugura iluminação pública esperada há vinte anos


 

 

Após 20 anos de espera, moradores do bairro Tuiuiú, receberam, na noite do domingo, 17,  a iluminação pública da Avenida Seriema por determinação do atual prefeito Léo Bortolin, PMDB, e do esforço da secretaria de Infraestrutura, que colocou toda a equipe a serviço daquela comunidade, “é uma obra relativamente simples, barata e de valor social imensurável, não podíamos adiar mais”.

Para o prefeito, ideias práticas e inovadoras são necessárias para ações como essas-  conseguimos em tempo recorde, três dias, e com material que já possuíamos na secretaria, lançar a obra e executá-la, oferecendo mais conforto e segurança  a população do Tuiuiú”.  Léo agradeceu o vereador Nery Gaiteiro, PDT, morador do bairro, que sempre realizou os serviços de limpeza e é incansável na busca de melhoria do bairro junto a Prefeitura.

O presidente da Câmara Municipal Miley (PV) também prestigiou a inauguração e reforçou que o momento é de satisfação. “eu ainda me lembro,que desde de 1997, eu participava das reuniões realizadas no bairro e este era um grande desejo dos moradores. Posso dizer que o sentimento é de realização. Por isso, é importante ressaltar este trabalho desenvolvido pelo prefeito e também quero reafirmar que o legislativo é parceiro dessas ações”.

Representante ativo do bairro, no legislativo, Nery Gaiteiro, aproveitou para expressar a satisfação daquela comunidade -. “estamos mais seguro com a via iluminada que oferece visão privilegiada do que está presente a nossa volta”. Ele também ressaltou a importância das ações do projeto Meu Bairro de Cara Nova,  “Tudo isso proporciona uma melhor qualidade de vida”.

O secretário de infraestrutura, Eduardo Wolff, agradeceu a parceria de outras pastas nas ações realizadas – “essa integração da Prefeitura, secretarias, Câmara Municipal e população  permite que estejamos mais próximos dos problemas e consigamos resolver as demandas. Essa é a nossa função, a meta é de solucionar os problemas com a maior rapidez possível”.

Os vereadores Luis Costa (PR) e Carlinhos Instrutor (PSD), acompanharam os trabalhos, que incluíram também limpeza das ruas, retirada de entulhos, pintura de meio fio, colocação de raspa de asfalto, roçagem de mato, arborização e ações culturais e sociais.

Da Assessoria


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Brasil

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil


A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu.

Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura.

O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.”

O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como “infundada” e uma “medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública”.

“A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, diz um trecho da nota da ABPA.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.

Fim da suspensão

Em março, o próprio Ministério da Agricultura chegou a suspender as exportações de três frigoríficos da BRF Foods com destino à Europa e outros países, em decorrência da investigação da Operação Trapaça, que identificou contaminação da carne in natura pela bactéria Salmonella. A medida, no entanto, foi retirada ontem após os esclarecimentos do grupo quanto aos procedimentos sanitários adotados no prcessamento do produto para exportação. A principal empresa brasileira exportadora de frango é a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, seguida pela JBS.

*Com informações da EFE.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília