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Prefeitura e Câmara de Comodoro (MT) abrem concurso com salário de até R$ 6 mil


A Prefeitura e a Câmara e Vereadores de Comodoro, 677 km de Cuiabá, abriram as inscrições de um concurso público para mais de 70 vagas em superior, médio e fundamental. Os salários variam entre R$ 954 e R$ 6 mil. As taxas são de R$ 40 a R$ 110.

De acordo com a prefeitura, as vagas são para os seguintes profissionais: assistente social, psicóloga, ouvidor, enfermeiro, fiscal de contrato, professor, engenheiro civil, assistente administrativo, técnico em enfermagem, auxiliar de serviço de creche, técnico segurança do trabalho, fiscal de tributos, técnico em documentação escolar, auxiliar administrativo, agente comunitário de saúde, auxiliar de serviços gerais, merendeira, motorista de veículos pesados, motorista de veículo leve, operador de motoniveladora, operador de pá carregadeira/retroescavadeira, contador, procurador jurídico legislativo, agente legislativo de recepção e telefonista, técnico em informática e agente legislativo de copa e limpeza.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 17 de junho pela internet.

A taxa de inscrição é de R$ 40 (nível fundamental e incompleto), R$ 70 (nível médio) e R$ 110 (nível superior).

O concurso é realizado pela ACPI – Assessoria Consultoria Planejamento e Informática.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso