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Prefeitura de Primavera do Leste inaugura nova iluminação pública de Led em avenidas


A Prefeitura de Primavera do Leste inaugurou na noite desta sexta-feira, 15, obras de iluminação urbanas em Led, nas avenidas Luiza Rebeschini Riva, no bairro São Cristóvão e Califórnia, no Primavera III. O prefeito Léo Bortolin tem priorizado ações de melhoria na iluminação pública do município, por entender que é um instrumento essencial para a segurança e bem-estar da população.

Essa decisão contempla a troca das lâmpadas de vapor metálico para as de Led e tais obras foram realizadas com recursos próprios, sem muitos custos para os cofres públicos, mas com benéficos econômicos. De acordo com o prefeito Léo Bortolin, além dessas obras de iluminação, a Prefeitura pretende realizar outras ações com o objetivo de atender a demanda de expansão e crescimento, bem como iluminar trechos que ainda não foram contemplados. “Já estamos trabalhando para realizar a iluminação de outros trechos da cidade que iremos anunciar em breve”.

Ele ainda salientou que as substituições, além de melhorar a qualidade da iluminação, previnem a criminalidade e trazem mais segurança aos pedestres e motoristas. “A iluminação pública é essencial para qualidade de vida da população e como um instrumento de cidadania permite a população desfrutar dos espaços públicos com mais tranquilidade”. Outro aspecto positivo é a durabilidade das lâmpadas de LED – são superiores as convencionais, exige pouca manutenção, fatores que contribuem com a economia”.
A melhoria da eficiência dos sistemas de iluminação pública, conforme o secretário de infraestrutura, Eduardo Wolff, embeleza as áreas urbanas, favorece o comércio e o lazer noturno, “contribuindo assim, para o desenvolvimento social e econômico da população”. Também foram realizadas no bairro Primavera III, segundo Eduardo, ações de revitalização do canteiro central da Avenida Califórnia, limpezas e recapeamento de vias.
Participaram da inauguração, secretários municipais, assessores, vereadores, servidores públicos e membros da sociedade civil.

Da Assessoria


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso