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Prefeitura de Primavera do Leste fará prestação de contas de 135 dias de gestão


Hoje a partir das 17h30, no saguão da Prefeitura Municipal de Primavera do Leste, o prefeito, Leo Bortolin (PMDB) , e vice-prefeito, Sérgio Fava (PR), com a presença de autoridades empresariais e políticas da cidade, farão uma prestação de contas dos 135 dias de gestão, para toda a população.

É importante toda população Primaverense participar, para acompanhar a aplicação do dinheiro público. O Programa Prestando Contas é a simbologia de uma administração que entende como fundamental e necessária a transparência das decisões, a interação com os munícipes, a seriedade na tomada de decisões que tem acontecido de maneira impessoal com vistas a atender o bem comum, eliminando privilégios. Para o prefeito, “é obrigação do gestor permitir e promover a transparência na administração pública e, tanto o Sérgio como eu vamos perseguir essa meta – continuar com as portas da Prefeitura abertas para a população”.

O prefeito, na oportunidade, vai expor as ações de cada secretaria municipal estabelecida para 2018. Os convênios federais celebrados pela Prefeitura também serão apresentados, assim como o lançamento do primeiro pacote da empresa América do Sul Táxi Aérea Ltda, Asta, que começa a operar em Primavera do Leste no próximo mês. E, para finalizar a reunião, que terá uma duração de 40 minutos, será exibido um vídeo institucional sobre Primavera do Leste, elaborado pela Incorporadora Cosentino.

Após as eleições, quando foi consolidada a permanência de Léo Bortolin à frente do Executivo – ele havia assumido devido o afastamento de Getulio Viana, portanto em substituição ao prefeito até que houvesse uma decisão definitiva – ele implantou projetos que tem a sua digital, o seu estilo de administrar. Foi a Cuiabá e Brasília visitar os parlamentares matogrossenses e buscar recursos para viabilizar projetos importantes para a área de saneamento, saúde, como a habilitação da UPA, que permite o repasse de quatrocentos mil reais/mês para ajudar na sua manutenção, além de outros convênios celebrados pelo município.

Da Redação com Assessoria de Imprensa

 


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Brasil

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil


A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu.

Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura.

O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.”

O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como “infundada” e uma “medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública”.

“A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, diz um trecho da nota da ABPA.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.

Fim da suspensão

Em março, o próprio Ministério da Agricultura chegou a suspender as exportações de três frigoríficos da BRF Foods com destino à Europa e outros países, em decorrência da investigação da Operação Trapaça, que identificou contaminação da carne in natura pela bactéria Salmonella. A medida, no entanto, foi retirada ontem após os esclarecimentos do grupo quanto aos procedimentos sanitários adotados no prcessamento do produto para exportação. A principal empresa brasileira exportadora de frango é a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, seguida pela JBS.

*Com informações da EFE.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília