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Policial federal é atingido por tiro durante operação em Cuiabá


Três mandados de prisão foram cumpridos em Mato Grosso contra organização criminosa

Um agente da Polícia Federal de Mato Grosso foi atingido por um tiro enquanto cumpria mandados de prisão e busca e apreensão na manhã desta segunda-feira (31), em Cuiabá.

 

O policial estava vestido com um colete a prova de balas e foi protegido pelo dispositivo de segurança.

 

A ação fazia parte de uma megaoperação deflagrada em 19 estados e no Distrito Federal.

 

Em Mato Grosso foram cumpridos três mandados de prisão – sendo um em Cáceres e dois em Cuiabá – e três de busca e apreensão, nas mesmas cidades.

 

O tiro ocorreu enquanto era cumprido o mandado de busca e apreensão na Capital. Segundo apurou o site  MidiaNews, ninguém saiu ferido.

 

Ao todo a operação cumpriu 622 ordens judiciais, sendo 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão.

 

Também foi determinado o bloqueio judicial de até R$ 252 milhões. Todos os mandados foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte (MG).

 

Organização criminosa

 

A megaoperação da PF identificou 210 integrantes do alto escalão da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), recolhidos em presídios federais, que recebiam valores mensais por terem ocupado cargos de relevo na organização criminosa ou executado missões determinadas pelos líderes como, por exemplo, execuções de servidores públicos.

 

Para garantir o recebimento do “auxílio”, os integrantes do grupo indicavam contas de terceiros não pertencentes à facção para que os valores, oriundos de atividades criminosas, ficassem ocultos e supostamente fora do alcance do sistema de justiça criminal.

 

Os dados foram obtidos na primeira fase da Operação Caixa Forte. Na ocasião foram identificados os responsáveis pelo chamado “Setor do Progresso” da facção, que se dedica à lavagem de dinheiro proveniente do tráfico.

 

As apurações da PF, ainda revelaram que os valores auferidos com o comércio ilícito de drogas eram, em parte, canalizados para inúmeras outras contas bancárias da facção, inclusive para as contas do “Setor da Ajuda”, aquele responsável por recompensar membros da facção recolhidos em presídios.

 

Veja imagem:

Fonte: MidiaNews


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Vereador Luis Costa se posiciona contrário as festas de finais de ano e Carnaval e solicita que dinheiro vá para saúde


Da Redação

Muitos gestores das cidades do País afirmaram que não irão realizar as festas públicas e populares como Réveillon e o Carnaval, e entre elas está o município de Sorriso – MT, que fica um pouco mais de 400 quilômetros da capital Cuiabana. Durante a última sessão ordinária em Primavera do Leste, o vereador Luis Costa (PDT) se posicionou contrário a realização das festas na cidade e ainda parabenizou o prefeito de Sorriso, Ari Genésio Lafin (PSDB).

“Eu quero dizer que fico muito feliz pela atitude do prefeito Ari de Sorriso, pois diferente do nosso prefeito, por lá ele já cancelou o réveillon e o carnaval e afirmou que o dinheiro será gasto na saúde, vai para as cirurgias. Quero parabenizar atitude do prefeito, pois aqui em Primavera do Leste, a realidade é triste, pois tem muitas pessoas na fila de espera por exames e cirurgias de média e alta complexidade que estão sofrendo muito, alguns com dores fortes, e por enquanto, não existe uma alternativa a não ser esperar, e atitude assim, não temos visto por aqui”. Afirma Luis Costa.

Segundo o legislador, a declaração utilizada pelo executivo para a execução das festas é que o dinheiro será oriundo de patrocínios de empresas da cidade, em que, desta forma será possível realizar as festas, no entanto, Luis Costa questiona os valores que serão pagos.

“Existem falatórios na cidade de que as empresas ‘chegadas’ do executivo, pagam a mais de 6% a 15%, pois dizem que existe até uma tabela. Então se formos pensar, esse dinheiro gasto para as festas é público, desta forma daria a mesma coisa. Bom, se existe o patrocínio das empresas para as festas, é melhor usar o dinheiro na saúde, de qualquer forma faria o bem para muitas pessoas que estão com problemas graves e não tem condição de se tratar”. Aponta o legislador.

Outra situação apontada pelo vereador é a falta de fiscalização nas casas noturnas da cidade, nos finais de semana, pois a reclamação de bagunça e som alto não param. Luis Costa relata que tem uma boate no centro da cidade que colocou uma placa do lado de fora explicando que não pode urinar na parte de fora, porém a situação é bem complicada porque o lugar fica lotado, e o questionamento do vereador é que se o número de pessoas está maior do que o espaço dispõe.

“Pode acontecer uma tragédia, igual aconteceu em Santa Maria com a boate Kiss, pois o local fica lotado e não há fiscalização. Precisamos da ação urgente dos fiscais. Na frente do lago municipal tem outra casa noturna e por lá o som tem ultrapasso os decibéis exigidos pela lei. As pessoas tem reclamado do barulho do som. O executivo não pode deixar a cidade como terra de ninguém e precisa exigir fiscalização e segurança pública. O Covid-19 ainda não acabou. Infelizmente vemos pessoas em festas sem máscaras e pessoas nas igrejas com máscaras. Que cidade é essa? Conclui Luis Costa.