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Polícia Federal Deflagra Operação Fox em Primavera do Leste e região


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (6/2) a Operação Fox, com o objetivo de coibir a prática reiterada dos crimes de contrabando e descaminho. Estão sendo cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 23 mandados de busca e apreensão nas cidades de Rondonópolis (MT), Primavera do Leste (MT), Nova Alvorada do Sul (MS), Dourados (MS), Mundo Novo (MS) e Curitiba (PR).

A investigação teve início em maio de 2017 com o fim de coibir o contrabando de cigarros e descaminho de mercadorias do Paraguai revendidas em Rondonópolis e região. A maioria dos investigados têm várias passagens criminais pelos crimes de contrabando e descaminho.

As mercadorias eram trazidas do Paraguai (região de Ponta Porã e Mundo Novo/MS) e transportadas tanto em caminhões como em veículos menores em nome de terceiros. Durante as investigações foram apreendidos milhares de produtos contrabandeados.

No cumprimento dos mandados na data de hoje, a PF ainda realizou prisões em flagrante apreendendo cigarros em Dourados e Nova Alvorada (MS). Em Rondonópolis (MT), além da apreensão de cigarros, foi apreendida também uma arma.

Todos os mandados de prisão já foram cumpridos.

Fonte: Da Assessoria


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso