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PF utiliza cães farejadores e encontra mais de 11 quilos de droga em ônibus


O menor e os cerca de 11,5Kg da droga foram encaminhados à delegacia especializada para as providências de praxe. — Foto: Polícia Federal/Assessoria

O menor e os cerca de 11,5Kg da droga foram encaminhados à delegacia especializada para as providências de praxe. — Foto: Polícia Federal/Assessoria

A PF realizou uma apreensão com apoio dos cães detectores de drogas na tarde dessa quarta-feira (17), na BR-364, próximo a Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Durante vistoria realizada em um ônibus que realizava o trajeto entre Cascavel (PR) e Sinop, a 503 km de Cuiabá, os cães indicaram cheiro da droga em uma mala no bagageiro inferior do veículo, onde foram localizados sete tabletes de maconha em um fundo falso.

Ainda em vistoria ao ônibus, nova indicação dos animais ocorreu na busca interna do veículo, desta vez em uma mochila, na qual estavam ocultos em roupas embebidas em café outros quatro volumes da mesma droga.

Ambas as bagagens eram transportadas por um menor que informou aos policiais que o transporte do entorpecente seria de Ponta Porã (MS) a Sinop.

O menor e os cerca de 11,5Kg da droga foram encaminhados à delegacia especializada para as providências de praxe.

Os cães identificaram também uma pequena quantidade de maconha em uma bagagem de mão de uma segunda passageira, conduzida para lavratura do termo circunstanciado de ocorrência.

Fonte: G1 Mato Grosso


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso