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PC de Paranatinga prende acusado de assassinar policial no maranhão, uma mulher e um travesti em goiás


A Polícia Judiciária Civil de Paranatinga prendeu ontem (19), Danilo de Sousa Araújo, acusado de ter assassinado o Policial Militar Edivaldo Carvalho a golpes de paulada, na cidade de Paulo Ramos/MA, juntamente com um menor de idade, na data de 07.11.2010, onde foi condenado a pena de 22 anos de reclusão.

A prisão ocorreu quando Investigadores avistaram o suspeito em atitude suspeita, sendo que na abordagem ele teria apresentado um RG e uma CNH com indícios de falsificação em nome de Roberto Ferreira de Moura.

ASSASSINATOS EM LUZIANIA – GOIAS 

https://www.youtube.com/watch?v=L_Kd1iAK5lg

Após conduzir o suspeito até a Delegacia ele confessou se chamar Danilo de Sousa Araújo (25 anos), sendo possível a partir deste dado verificar que ele possuía ainda um mandado de prisão temporária expedido pela Comarca de Luziania/GO, pelo duplo assassinato de uma mulher e um travesti.

O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de falsificação e uso de documento público e será conduzido a Cadeia Pública local onde ficará a disposição da justiça.

Todo o trabalho da policia civil de Paranatinga foi desenvolvido pelo Delegado Dr. Pablo Rigo e coordenado pelo chefe de operaçoes Valter Sérgio juntamente com a equipe de investigadores locais.
Fonte: Paranatinga News

 


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso