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O voto técnico, o voto político


Na sessão de segunda-feira(30), foi votado as contas anuais da Prefeitura Municipal referente ao exercício 2016, conforme determina regimento interno. As contas do executivo tiveram parecer prévio favorável do TCE nº 05/2017.

Para surpresa dos vereadores a cena se repediu quando votado as contas de 2015 da gestão do ex-prefeito Érico Piana, a vereadora e defensora do grupo Vianas deu um show, acusando e insinuando que houve sabotagem, um discurso muito parecido com do ex-prefeito Getúlio Viana, “não fiz nada, todos estão errados, vereadores, Justiça de Primavera, Justiça do Estado de Mato Grosso e por fim Tribunal Superior Eleitoral”, restando apenas recorrer à Corte Internacional de Justiça.

A vereadora votou favorável nas comissões, já na sessão em tribuna mudou o discurso e atacou vereadores, e tenta mudar o voto na tentativa de não aprovar as contas, podendo tornar o ex-prefeito “ficha suja”, como Getúlio foi condenado. A diferença entre os dois prefeitos são visíveis, Érico, legalista ouvindo conselhos, justiça e seguindo as leis. Já Getúlio com seu jeito de governar se empepinou todo, primeiro fazendo e depois olhando a legalidade.

O que o grupo de vereadores dos Vianas não se atentam em votar pela legalidade das leis, quando as contas tem parecer favorável do Ministério Público de Contas, Tribunal de Contas de Mato Grosso e mesmo assim votam politicamente, agora imagina as contas do ex-prefeito Gétulio que ficou no poder por 8 meses a frente da prefeitura, gastou quase 46 milhões na saúde, fez uma festa alegando ser custo zero para prefeitura, fato desmentido com dezenas de notas a pagar encontradas quando o presidente da Câmara assumiu interinamente, conversas dos bastidores do poder revelam que fornecedores estão uma fera querendo receber.

O voto é individual de cada vereador, mas vale primar pela legalidade, julgar baseado tecnicamente pautados por documentos. Lembrando que todos os processos ficaram disponíveis a todo tempo para acesso da população e legisladores, possíveis irregularidades que podem ser advertidas e até denunciadas pela população e vereadores a qualquer momento, e caso o gestor insista no erro ai sim cabe acionar Ministério Público, chegando a aprovação ou reprovação de contas anuais, agora usar voto para agir com a nortes de grupo político, a população perde e muito com estas brigas, afinal o voto dos vereadores podem ser dividido em duas partes, técnico seguindo os órgãos competentes ou político seguindo orientação dos caciques do poder primaverense.

Para quem vai ler, antes de criticar em redes sociais, não esqueçam, o jornal está postando fatos públicos da política de Primavera, independente de lados políticos, primando em informar o cidadão deixando sempre o espaço para direito de resposta.

Com a Palavra / Editorial / Opinião


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política

Senador Wellington Fagundes recebe vereador Luis Costa em Brasília


Da Redação

Na tarde de ontem (17), o senador Wellington Fagundes (PR) recebeu o vereador Luis Costa (PR) de Primavera do Leste, em Brasília para falar de projetos políticos para o município. Wellington sempre esteve presente em Primavera do Leste com inúmeras emendas destinadas para a saúde, educação e infraestrutura da cidade. Recentemente o senador foi candidato ao governo de Mato Grosso e obteve 280.055 mil votos, sendo o segundo candidato mais votado no estado.

Luis Costa é vereador pelo Partido da República e tem sido uma base política para o senador Wellington. Luis disputou as eleições como candidato a Deputado Estadual, e em Primavera do Leste, foi o candidato a Deputado Estadual mais bem votado. O legislador avalia a parceria e amizade com o senador, muito produtiva e afirma que o município precisa ter mais representantes municipalistas, que destinam emendas para a execução de projetos políticos, garantindo assim os direitos básicos de cada cidadão.

Wellington Fagundes ingressou na política de classe como presidente da Associação Comercial Industrial de Rondonópolis por dois mandatos, 1983 a 1986. Em 1987, assumiu a Secretaria Municipal de Planejamento de Rondonópolis, na gestão de Hermínio J. Barreto. Em 1990, concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados e foi eleito. Foi reeleito em 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, sendo nessa última o parlamentar mais votado do Mato Grosso, com 145 460 mil votos.

Em seus 24 anos como deputado federal (seis mandatos consecutivos), Wellington Fagundes foi vice-líder do bloco PSDB/PTB em 2001. Em 2004 foi também vice-líder, agora do bloco PL/PSL. Em 2012 foi vice-líder do bloco PR/PTdoB/PRP/PHS/PTC/PSL/PRTB. Desde 2009 ocupa a presidência regional do Partido da República em Mato Grosso. É titular da comissão de Viação e Transportes; da comissão destinada a trabalhar pelo projeto que obriga o Poder Executivo a elaborar e cumprir plano de metas; da comissão que acompanha os desdobramentos da grave situação vivenciada na reserva Suiá-Missú; e também é titular na representação brasileira no Parlamento do Mercosul.

No último pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito Senador da República, com 646.344 votos.Como senador, Wellington Fagundes foi vice-líder do Governo e líder do Partido da República. Foi também presidente da Comissão Senado do Futuro – CSF – e é atual coordenador da Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog). Em 2016 foi o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orientou a elaboração do Orçamento da União, com atuação destacada na busca pela elaboração de um Orçamento realista e voltado a otimização dos recursos públicos.