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Não foi acidente. Bebida e direção em Primavera do Leste deixaram suas marcas de dor


Com A Palavra

Acidente, acontecimento casual, fortuito, inesperado; ocorrência ou qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que envolva dano, perda, sofrimento ou morte.

O trânsito primaverense já deixou suas vítimas ao longo dos tempos, os dois casos recentes fizeram duas famílias chorarem pela imprudência do álcool misturado com a direção.

Em outubro de 2017  o pequeno João Henrique, 6, foi uma das vítimas de um motociclista bêbado. Segundo informações de testemunhas o garoto estava sentado no meio fio quando foi atingindo pela motocicleta Hornet 600, sendo arrastado por cerca de 50 metros, Jocemar França estava pilotando sobre efeito de álcool, em velocidade de 93 km/h na Avenida dos Lagos, ele foi solto 25 dias após o acidente.

Outra vítima Larissa Marcário 21, estava em uma motocicleta e seguia pela Avenida Campo Grande na quarta-feira (13), quando foi atingida por uma caminhonete dirigida por Luiz Carlos Bravin, 56 anos, que foi solto audiência de custódia, que ocorreu na sexta-feira (15). O juiz arbitrou fiança no valor de R$ 100 mil.

Não foram os primeiros acidentes com vítimas fatais no município, às noites primaverense são regadas por muito álcool e manobras radicais, dados que preocupam, pois não se vem blitz da Lei Seca, que parece ter se molhado com tantos motoristas dirigindo embriagados pelas nossas ruas.

Esta se tornando rotineiro veículos invadirem comércios, subirem em rotatórias, canteiros e inúmeros postes amanhecem no chão nas segundas-feiras, porque a maior incidência acontece nos finais de semana.

O trânsito do município precisa de melhor estrutura para reprimir os motoristas bêbados, ou melhor, motoristas que assumem o risco de matar alguém, pois insistem em beber e dirigir, quantas mais famílias terão que chorar a dor da perca de um ente-querido. A culpa maior esta na impunidade, com as Leis Brasileiras ninguém ficará preso por matar alguém no trânsito, tendo como presos e punidos as vítimas destes assassinos do volante, enquanto as Leis para quem mata não os pune na medida necessária, a Lei Seca reprime e previne acidentes ou outros homicídios no trânsito primaverense, blitz da Lei Seca já e puna todos independes de poder financeiro ou influencia.

 

 

 


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política

Rosa Weber toma posse na presidência do TSE


A ministra Rosa Weber toma posse hoje (14), às 20h, no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão solene no plenário da Corte. A solenidade será transmitida ao vivo pela TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube.

Rosa Weber será a segunda mulher a presidir o TSE em mais de 70 anos de criação do tribunal. A primeira foi Cármen Lúcia, em 2012. O primeiro desafio da ministra será a organização das eleições de outubro, que serão realizadas no dia 7.

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, durante a segunda e última audiência pública sobre descriminalização do aborto.
A ministra do STF Rosa Weber (Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil)

Rosa Weber, que é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), já ocupa a vice-presidência do tribunal e vai suceder a Luiz Fux, que concluiu período máximo de dois anos no cargo. O mandato irá até agosto de 2020.

Na mesma sessão, serão empossados os ministros Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF),  e Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça. Barroso assume como vice-presidente do TSE e Mussi será corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

O TSE é formado por sete ministros, dos quais três são do STF, sendo um o presidente da Corte. Dois ministros são do STJ, um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, e dois juristas que representam os advogados e são nomeados pelo presidente da República.

Nas eleições de outubro, caberá ao tribunal, além de organizar o pleito, deferir os registros de candidatura de candidatos à Presidência da República e todos os recursos que os envolvem.

Histórico

A ministra nasceu em Porto Alegre e fez carreira como magistrada da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Antes de ser nomeada para o STF em 2011, Rosa ocupava o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi juíza do Trabalho no período de 1981 a 1991, integrou o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) de 1991 a 2006. Rosa Weber assumiu a presidência do TRT da 4ª Região de 2001 a 2003.

Fonte: Agência Brasil