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“NÃO É O BRASIL QUE QUEREMOS” JAYME REPUDIA VIOLÊNCIA E COBRA APURAÇÃO POR PARTE DE AUTORIDADES


CANDIDATO AO SENADOR PELA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO FRISOU QUE ESTE TIPO DE ATITUDE TORNA O PROCESSO ELEITORAL INSTÁVEL AOS OLHOS DO MUNDO

O candidato ao Senado da República, Jayme Veríssimo de Campos, condenou todo e qualquer tipo de violência, seja ela contra a pessoa que for e disparou que “este não é o país que queremos”, frisou o candidato repudiando o atentado sofrido pelo deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Jayme Campos assinalou que o fato demonstra o quadro de instabilidade política vivenciada no Brasil e que isto tem consequências danosas para o país, pois perante os olhos do mundo.

“Quando alguns setores políticos colocam a disputa eleitoral acima de tudo, se passa a ter uma Nação descontrolada e os ânimos da população exaltados e isto não coaduna com o processo democrático vivenciado pela proximidade das eleições”, frisou Jayme Campos assinalando que não é o ato contra o presidenciável, mas sim contra todo e qualquer cidadão que vive momentos de angustia na atualidade.

NOTA DE REPÚDIO

O candidato ao Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Veríssimo de Campos (DEM), repudia toda e qualquer forma de violência, seja ela contra quem for.

“Não é admissível, neste momento importante que vivemos de plena democracia, um ato de violência. Mais do que repudiar este ato de violência, temos que ter consciência de que o Brasil que queremos não é este, é o da paz, da prosperidade e da esperança.

A família do presidenciável Jair Bolsonaro, nossa mais profunda indignação e a convicção de que Deus abençoará o caminho do mesmo. Para seus eleitores e simpatizantes, a certeza de que os responsáveis serão exemplarmente punidos pela Justiça.

 


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Michel Temer é preso por força-tarefa da Lava Jato; Moreira Franco é procurado


A Força-tarefa da Lava Jato prendeu Michel Temer, ex-presidente da República, na manhã desta quinta-feira (21). Os agentes também tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia. Os mandados foram

expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

De acordo com o G1, a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer desde quarta-feira (20), sem obter sucesso. Por este motivo, a operação prevista para as primeiras horas desta quinta-feira atrasou.

A prisão de Temer tem como base a delação de Lucio Funaro. No ano passado, Funaro entregou à Procuradoria-Geral da República informações complementares do seu acordo de colaboração premiada. Entre os documentos apresentados estão planilhas que, segundo o delator, revelam o caminho de parte dos R$ 10 milhões repassados pela Odebrecht ao MDB na campanha de 2014.

A delação de Lúcio Funaro, operador do PMDB, feita em setembro de 2017 e homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), serviu como base para a força-tarefa da Lava Jato. A colaboração de Funaro detalha como funcionava o esquema de corrupção no Congresso, chefiado por nomes fortes do PMDB – entre eles, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Tadeu Filippeli.

De acordo com o jornal O Globo, investigadores cruzaram informações e documentos fornecidos por Funaro com planilhas entregues à Justiça pelos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barbosa, o Toni. Eles são apontados como responsáveis por mandar valores para o exterior para políticos e empresários, inclusive Altair Alves Pinto, apontado como operador de Eduardo Cunha. Altair era conhecido como “o homem da mala” e repassava dinheiro para Cunha e para o ex-presidente Michel Temer.

Em breve, mais informações.

Istoé 


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Provas do Enem serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro


As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, segundo cronograma divulgado na tarde de hoje (27) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Pelo calendário, as inscrições estarão abertas de 6 a 17 de maio.

Entre 1º e 10 de abril os estudantes poderão pedir isenção da taxa de inscrição. Nesse mesmo período, o Inep vai receber as justificativas dos que faltaram às provas em 2018. O edital do Enem, conforme o instituto, será publicado no próximo mês.

No ano passado, 5,5 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o Enem, mas 4,1 milhões compareceram aos dois dias de provas. Nos dois domingos de exame, os estudantes precisam desenvolver conhecimentos de linguagens, incluindo redação, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Os resultados do Enem podem ser usados em processos seletivos para vagas no ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento do curso pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em 2019 o Sisu ofereceu 235,4 mil vagas, distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Além de universidades brasileiras, os estudantes podem se inscrever em 37 instituições portuguesas que têm convênio com o Inep.

Enem

 

Fonte: Agência Brasil