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“NÃO É O BRASIL QUE QUEREMOS” JAYME REPUDIA VIOLÊNCIA E COBRA APURAÇÃO POR PARTE DE AUTORIDADES


CANDIDATO AO SENADOR PELA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO FRISOU QUE ESTE TIPO DE ATITUDE TORNA O PROCESSO ELEITORAL INSTÁVEL AOS OLHOS DO MUNDO

O candidato ao Senado da República, Jayme Veríssimo de Campos, condenou todo e qualquer tipo de violência, seja ela contra a pessoa que for e disparou que “este não é o país que queremos”, frisou o candidato repudiando o atentado sofrido pelo deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Jayme Campos assinalou que o fato demonstra o quadro de instabilidade política vivenciada no Brasil e que isto tem consequências danosas para o país, pois perante os olhos do mundo.

“Quando alguns setores políticos colocam a disputa eleitoral acima de tudo, se passa a ter uma Nação descontrolada e os ânimos da população exaltados e isto não coaduna com o processo democrático vivenciado pela proximidade das eleições”, frisou Jayme Campos assinalando que não é o ato contra o presidenciável, mas sim contra todo e qualquer cidadão que vive momentos de angustia na atualidade.

NOTA DE REPÚDIO

O candidato ao Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Veríssimo de Campos (DEM), repudia toda e qualquer forma de violência, seja ela contra quem for.

“Não é admissível, neste momento importante que vivemos de plena democracia, um ato de violência. Mais do que repudiar este ato de violência, temos que ter consciência de que o Brasil que queremos não é este, é o da paz, da prosperidade e da esperança.

A família do presidenciável Jair Bolsonaro, nossa mais profunda indignação e a convicção de que Deus abençoará o caminho do mesmo. Para seus eleitores e simpatizantes, a certeza de que os responsáveis serão exemplarmente punidos pela Justiça.

 


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso