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Mulheres que usavam bebê para ‘disfarçar’ furtos em lojas são presas


Três mulheres que foram flagradas praticando furtos em lojas, uma delas com um bebê de colo, foram presas pela Polícia Civil em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. As prisões foram divulgadas nessa segunda-feira (16).

Segundo a polícia, a criança era usada para disfarçar e não levantar suspeita nos crimes.

De acordo com a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf-VG), as suspeitas têm 22, 26 e 33 anos.

O furto ocorreu no dia 31 de março, em uma casa comercial, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Na ocasião, as mulheres, uma delas com o bebê no colo, entraram na loja se passando por clientes e levaram diversas peças de roupa.

As câmeras de segurança do estabelecimento flagraram a ação das suspeitas que guardavam as peças escolhidas dentro de uma mochila. Após serem identificadas, as investigadas prestaram esclarecimento na Derf e responderão em inquérito policial por furto.

Uma das suspeitas possui antecedentes criminais pela prática de tráfico de drogas, receptação e posse irregular de arma de fogo.

As imagens das três mulheres causou grande repercussão nas Redes Sociais, pelo fato das suspeitas terem utilizado um bebê para praticar o crime.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso