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Motorista foge de abordagem e PRF encontra 230 kg de droga em caminhonete abandonada


Droga estava em fundo falso de caminhonete abordada pela PRF — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso/Assessoria

Droga estava em fundo falso de caminhonete abordada pela PRF — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso/Assessoria

Uma caminhonete com mais de 230 kg de droga foi apreendida nessa terça-feira (23) na BR-364 em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do veículo o abandonou assim que percebeu que seria abordado na rodovia. Dois homens, que estavam em um carro dando apoio, foram presos.

De acordo com a PRF, foram apreendidos 231,5 kg de maconha e 1,5Kg de skunk. Essa última é uma droga conhecida por ser mais potente do que a maconha convencional.

Caminhonete com mais de 230 kg de droga foi apreendida nessa terça-feira (23) na BR-364 em Rondonópolis — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso/Assessoria

Caminhonete com mais de 230 kg de droga foi apreendida nessa terça-feira (23) na BR-364 em Rondonópolis — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso/Assessoria

A abordagem ocorreu no km 211 da rodovia.

A droga estava em um fundo falso de uma caminhonete F-1000, com placas de Coronel Sapucaia, Mato Grosso do Sul.

A droga veio do Paraguai e tinha como destino final o norte de Mato Grosso — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso

A droga veio do Paraguai e tinha como destino final o norte de Mato Grosso — Foto: Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso

Os policiais abordaram um carro de passeio, com placas de Mato Grosso do Sul, que estava em atitude suspeita. O motorista da caminhonete, que seguia logo atrás, fez uma manobra e fugiu assim que viu que o carro dos comparsas foi abordado pela PRF.

Ele deixou o veículo perto de um posto e fugiu em um matagal. Já os dois homens, de 29 e 48 anos, foram presos. A PRF acredita que os dois suspeitos avisaram o outro motorista.

A droga veio do Paraguai e tinha como destino final o norte de Mato Grosso.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso