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Ministra dos Direitos Humanos pede salário de R$ 61 mil para pagar roupas


Desembargadora aposentada, a ministra já recebia R$ 30.471,10 bruto. Dos R$ 30.934,70 que teria o direito a receber como ministra, ela ganha R$ 3.292  bruto, totalizando R$ 33,7 mil, mesmo salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal. No requerimento ela pede para receber os dois valores sem cortes, o que lhe garantiria R$ 61 mil todo mês.
Luislinda comparou sua situação com a de um trabalhador escravo, por ter parte do salário contido. Ao jornal Estado de São Paulo, ela disse não se arrepender de ter feito a relação. “Eu fiz apenas uma analogia. Todo mundo sabe que o trabalho que não é remunerado é considerado trabalho escravo. Agora, porque que as pessoas se apegaram somente a isso? Isso é que eu não entendi”, disse. “Por acaso alguém trabalharia 12, 14 horas por dias e diz que não quer salário? Que não gosta de salário? Quem faria um negócio desse?”, acrescentou.
Como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinho da FAB, cartão corporativo e imóvel funcional. “Como desembargadora aposentada eu posso botar a minha sandália Havaiana e ir em qualquer lugar em Salvador. Mas como ministra de Estado eu não posso fazer isso, então já vem mais custo. Eu tenho uma representatividade. E eu recebo como ministra R$ 2.700 (líquido)”, justificou. Luislinda disse ainda que, apesar de morar em um apartamento funcional, paga R$ 1,6 mil de condomínio e precisa manter imóveis dela em Salvador.
Caso o requerimento da ministra seja negado pelo governo, ela ressalta que não desistirá do cargo. “Eu continuo porque eu sou brasileira. Para mim dinheiro não é tudo. Eu continuo sobrevivendo”, afirmou. Quando questionada sobre a carga horário e os baixos salários de uma parcela da população brasileira, ela respondeu:
“Como eu peticionei pedindo a revisão, as pessoas também poderão fazer seus pedidos e encaminhar para seus patrões. Eu aconselho a quem achar que deve é só requerer e aguardar a decisão da autoridade. Faço coisas que ninguém faz e ninguém divulga uma agenda minha. Agora um requerimento e o povo está me execrando?”.
Fonte: Correio Braziliense

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Região

Mulheres levam 200 kg de droga em porta-malas de carro e são presas


Foram detidas: Simone dos Santos e Vanessa de Oliveira. Uma delas dirigia o veículo onde a droga era levada. A outra agia como batedora na rodovia, avisando sobre barreiras policiais em outro carro.

Duas mulheres foram presas na BR-364 em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, com pouco mais de 200 kg de maconha, na madrugada deste sábado (19). O entorpecente, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) era transportado dentro de bolsas no porta-malas de um carro de passeio.

As prisões ocorreram durante fiscalização de rotina. Foram detidas: Simone dos Santos e Vanessa de Oliveira. O G1 não conseguiu localizar a defesa delas.

Uma delas dirigia o veículo onde a droga era levada e foi abordada. Durante buscas, a droga foi encontrada pelos policiais.

A outra agia como batedora na rodovia, avisando sobre barreiras policiais e foi denunciada pela comparsa.

Um dos carros usados por elas tem placa de Minas Gerais e é alugado. Aos policiais, as presas afirmaram que a droga seria entregue em Várzea Grande.

As duas foram levadas para a Central de Flagrantes e devem ficar à disposição da Justiça.

G1 / MT