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Menino de 11 anos portador de hanseníase morre internado em hospital


Uma criança de 11 anos morreu na madrugada desta segunda-feira (1º) enquanto estava internada no Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá. Daniel Rodrigues Santiago era portador de hanseníase multibacilar e estava fazendo tratamento. O corpo do menino foi enterrado na tarde de segunda-feira no cemitério municipal de Sorriso.

De acordo com a direção do hospital, Daniel estava internado na unidade quando, por volta de 2h do dia 1º, não resistiu e morreu.

Ainda de acordo com o hospital, o paciente já chegou na unidade com quadro infeccioso e depois de 6 horas internado, teve uma piora no estado clínico. O menino teve um choque séptico e infecção generalizada, além de sofrer uma parada cardiorrespiratória.

C onforme a funerária que atendeu a família da vítima, na certidão de óbito consta sepse e hanseníase.

Daniel morava no Bairro Nova Aliança./ o corpo dele foi sepultado ontem a tarde no cemitério municipal de sorriso. A Secretaria Municipal de Saúde foi procurada, mas até agora não se pronunciou.

O menino morreu no primeiro dia da campanha ‘Janeiro Roxo’, que chama a atenção quanto a conscientização e combate a doença no estado.

Doença

De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), Mato Grosso tem a maior taxa de detecção da hanseníase no país. Em 2015, a taxa de novos casos da doença foram de 93 registros a cada 100 mil habitantes.

No ano passado, 2.658 mil novos casos foram detectados. Entre 2009 e 2016, foram registrados 1.334 casos em crianças menores de 15 anos, o que representa 6% do total de registros.

A maior taxa de prevalência da doença é registrada na região Médio Araguaia, que tem 379 casos a cada 100 mil pessoas.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso