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Mauro Mendes (DEM) toma posse como governador de MT


Mauro Mendes (DEM) tomou posse como governador de Mato Grosso nesta terça-feira (1º) na Assembleia Legislativa, em Cuiabá. Em seu discurso, ele falou sobre as dificuldades financeiras do estado e criticou a incompatibilidade entre o alto PIB do estado e a falta de dinheiro em caixa para custear despesas básicas, como folha de pessoal, fornecedores e repasses aos hospitais públicos.

“O PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas nesse estado, nos últimos 10 anos, triplicou. Como somos capazes de produzir tanta riqueza e essa riqueza não ter sido traduzida em melhoria de qualidade de vida ao nosso posso?”, questionou.

Para o novo governador, os grandes inimigos da população do estado são a desigualdade social e a qualidade do serviço público oferecido em Mato Grosso.

“Precisamos restabelecer o clima de confiança. Não podemos gastar energias tão caras, enquanto nossos principais inimigos não estão entre nós. Os nossos maiores inimigos estão lá fora, que é essa desigualdade e, principalmente, a péssima qualidade dos serviços públicos que o governo do estado oferece aos cidadãos”, afirmou.

Ele pediu ajuda dos deputados para governar e citou o presidente da República recém-empossado, Jair Bolsonaro (PSL), como exemplo de que a população quer mudança.

“Se há um ano atrás, algum de nós aqui ousasse dizer que ele (Jair Bolsonaro) seria talvez o próximo presidente, esse exercício de futurologia, seria objeto de chacota e de pouca credibilidade. O tempo passou e hoje ele é o presidente desse país, vindo de um clamor muito acima das expectativas que muitos de nós pudesse imaginar. Traz uma mensagem clara de que a população está cansada da velha forma de fazer política e dos poucos resultados que o poder público tem entregue ao cidadão”, declarou.

Cerimônia

A posse do governador será realizada em três atos, sendo que o primeiro deles, na Assembleia Legislativa. A cerimônia estava prevista para começar às 16h30, mas houve atraso e só teve início às 17h.

Pedro Taques transmitiu a faixa ao sucessor, Mauro Mendes — Foto: Governo de MT/ Assessoria

Pedro Taques transmitiu a faixa ao sucessor, Mauro Mendes — Foto: Governo de MT/ Assessoria

Da Assembleia, Mauro Mendes seguiu para o Palácio Paiaguás, sede do governo do estado, onde recebeu a faixa do governador Pedro Taques (PSDB).

Por fim, na sequência, ele participou da cerimônia de posse dos secretários de estado, na Faculdade de Tecnologia Senai Mato Grosso (Fatec), em Cuiabá.

Mauro Mendes (DEM) foi eleito no primeiro turno das eleições — Foto: Governo de MT/ Assessoria

Mauro Mendes (DEM) foi eleito no primeiro turno das eleições — Foto: Governo de MT/ Assessoria

Eleito

Mauro Mendes foi eleito para comandar o Palácio Paiaguás, no primeiro turno das eleições, com 840.094 mil votos. Na Assembleia, o vice da chapa, Otaviano Pivetta (PDT) também tomou posse.

Mauro foi prefeito de Cuiabá entre 2013 e 2015. Foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), do Sesi e Senai no período de 2007 a 2010.

É formado é engenharia elétrica pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e atua como empresário.

G1 / MT


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Brasil

Michel Temer é preso por força-tarefa da Lava Jato; Moreira Franco é procurado


A Força-tarefa da Lava Jato prendeu Michel Temer, ex-presidente da República, na manhã desta quinta-feira (21). Os agentes também tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia. Os mandados foram

expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

De acordo com o G1, a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer desde quarta-feira (20), sem obter sucesso. Por este motivo, a operação prevista para as primeiras horas desta quinta-feira atrasou.

A prisão de Temer tem como base a delação de Lucio Funaro. No ano passado, Funaro entregou à Procuradoria-Geral da República informações complementares do seu acordo de colaboração premiada. Entre os documentos apresentados estão planilhas que, segundo o delator, revelam o caminho de parte dos R$ 10 milhões repassados pela Odebrecht ao MDB na campanha de 2014.

A delação de Lúcio Funaro, operador do PMDB, feita em setembro de 2017 e homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), serviu como base para a força-tarefa da Lava Jato. A colaboração de Funaro detalha como funcionava o esquema de corrupção no Congresso, chefiado por nomes fortes do PMDB – entre eles, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, Eduardo Cunha e Tadeu Filippeli.

De acordo com o jornal O Globo, investigadores cruzaram informações e documentos fornecidos por Funaro com planilhas entregues à Justiça pelos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barbosa, o Toni. Eles são apontados como responsáveis por mandar valores para o exterior para políticos e empresários, inclusive Altair Alves Pinto, apontado como operador de Eduardo Cunha. Altair era conhecido como “o homem da mala” e repassava dinheiro para Cunha e para o ex-presidente Michel Temer.

Em breve, mais informações.

Istoé 


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Brasil

Provas do Enem serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro


As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, segundo cronograma divulgado na tarde de hoje (27) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Pelo calendário, as inscrições estarão abertas de 6 a 17 de maio.

Entre 1º e 10 de abril os estudantes poderão pedir isenção da taxa de inscrição. Nesse mesmo período, o Inep vai receber as justificativas dos que faltaram às provas em 2018. O edital do Enem, conforme o instituto, será publicado no próximo mês.

No ano passado, 5,5 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o Enem, mas 4,1 milhões compareceram aos dois dias de provas. Nos dois domingos de exame, os estudantes precisam desenvolver conhecimentos de linguagens, incluindo redação, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Os resultados do Enem podem ser usados em processos seletivos para vagas no ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento do curso pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em 2019 o Sisu ofereceu 235,4 mil vagas, distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Além de universidades brasileiras, os estudantes podem se inscrever em 37 instituições portuguesas que têm convênio com o Inep.

Enem

 

Fonte: Agência Brasil