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Marcha para Jesus 2017 reúne multidão de fiéis nas ruas de Cuiabá


Segundo a organização, cerca de 40 mil pessoas participaram do evento. Combate à erotização das crianças e à ideologia de gênero foram temas deste ano.

Em Cuiabá, milhares de fiéis de várias igrejas participaram da Marcha para Jesus 2017 realizada no sábado (21). Os participantes caminharam pelas ruas da capital e, ao fim, assistiram apresentações regionais e um show gospel. De acordo com a organização do evento, aproximadamente 40 mil pessoas fizeram parte da marcha. A Polícia Militar, não fez estimativa.

O trajeto da caminhada começou na Arena Pantanal e teve como destino final a Orla do Porto. No caminho, os fiéis pregaram a conversão e a salvação das famílias. De acordo com os organizadores, o combate à erotização das crianças e à ideologia de gênero foram temas da marcha deste ano. Esta é a 24ª edição do evento.

A Marcha para Jesus é organizada pelo Conselho dos Ministros Evangélicos Cristãos de Mato Grosso (Comec-MT). Para o presidente da instituição, apóstolo Jomar Freitas, o evento superou as expectativas.

“Poucas horas antes do evento veio um temporal que provocou estragos, mas a multidão veio e a marcha foi uma grande conquista do Senhor”, avaliou.

O evento foi encerrado na Orla do Porto, em Cuiabá, com show do pastor André Valadão.

Fonte: G1 Mato Grosso


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso