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Luis Costa é candidato a Deputado Estadual


Com um perfil arrojado e jovem e um discurso pautado na transparência, o vereador Luis Costa  (PR) irá concorrer as eleições este ano para o cargo de Deputado Estadual. Luis Costa está em sua primeira legislatura na Câmara Municipal de Primavera do Leste, foi o sexto mais votado. No ano de 2012 disputou as eleições municipais pela primeira vez, para vereador, mas ficou como suplente e chegou a assumir por oito meses.

Luis Costa é jornalista e atua em jornal impresso e rádio, tem um bom dialogo e por ser carismático tem conquistado muitas novas amizades. Nascido em Poxoréu, mas viveu a maior parte de sua vida em Primavera do Leste, Luis Costa vem de uma família do campo, simples, humilde, batalhadora, em que, o maior valor ensinado em casa é ser justo, transparente e honesto.

Enquanto vereador, Luis Costa tem causado desconforto para alguns, já que tem uma linha de trabalho investigativa que nem sempre agrada. No dia a dia, fiscaliza as ações do executivo recebe a população em seu gabinete, com denúncias, reclamações e sugestões para a coisa pública, além de atuar dentro do legislativo com projetos de leis e indicações.

“Quando coloquei meu nome a disposição, a cargo de deputado, fui questionado. Mas você é apenas um vereador, quantos milhões  você tem para gastar em campanha? Essa politicagem tem que acabar, porque o Brasil precisa ser passado a limpo, chega de mentiras para poder alcançar cargos públicos. Eu me coloco sim a disposição. Na minha opinião o que um político precisa ter, em primeiro lugar é consciência de que o dinheiro é público, e o povo não pode ser roubado,  o povo não pode ser enganado, porque o povo está cansado de politicagem, o povo quer educação, saúde, segurança pública, entre outras demandas”. Afirma o candidato a Deputado Estadual, Luis Costa.

Luis Costa é incisivo ao dizer que trabalha para o povo. Chegou por várias vezes receber críticas e perseguições, mas nunca deixou de fazer seu trabalho. Em pouco tempo de mandato como suplente, foi destaque em todo País, pelo seu projeto de lei sobre Ideologia de Gênero, ao defender que a educação é um pilar e responsabilidade da família e o ensino é papel da escola.

Atualmente como vereador, já obteve a aprovação de mais dois projetos. O primeiro, em que preza a transparência ao poder público, tornando obrigatória a transmissão de todos os processos licitatórios pela Câmara Municipal e Prefeitura, pelas redes sociais e canais de comunicação públicos. E por último o projeto de lei, Dezembro Vermelho, na qual, o mês de dezembro é dedicado no âmbito municipal para ações de prevenção e conscientização em combate a AIDS.


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso