Primavera do Leste / MT

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Juiz decide por manter preso motociclista que matou criança de 6 anos


Da Redação

A decisão foi tomada pelo juiz de direito, Alexandre Delicato Pampado, durante a audiência de custódia que foi realizada na tarde de hoje, 2. Segundo a deliberação relatada pelo juiz, a decisão de manter Jocemar Batista França, preso, foi pela materialidade dos indícios.

Foi levado em consideração que o crime ocorreu em frente à Lagoa Vô Viana, onde é comum grande aglomeração de pessoas, especialmente aos domingos, bem como o condutor da motocicleta estava em velocidade entre 93 a 125 Km/h, sob influência de álcool constatada pelo teste do bafômetro em 0,61 g por álcool de litro no sangue, em que a vítima, um menino de 6 anos foi arremessado a uma distância de 37 metros.

Desta forma, a justiça determina que a prisão cautelar do autuado, mostra-se necessária para a garantia da ordem pública, diante da gravidade do crime.

O Crime

Criança de 6 anos morre atropelada na Avenida da Lagoa Municipal

Um menino de 6 anos morreu atropelado na noite deste domingo, 1, na Avenida que fica em frente ao lago municipal em Primavera do Leste.

Segundo populares, um motociclista, aparentemente bêbado, atropelou a criança, e o impacto foi tão grande que jogou o menino a 50 metros, e depois ainda tentou fugir do local, mas caiu da moto logo à frente. As pessoas que estavam no local, ficaram nervosas com a situação e tentaram agredir o motociclista, mas a polícia chegou logo em seguida e levou o suspeito para a Delegacia de Polícia.

O menino e sua família são do estado do Paraná e estavam a passeio pela cidade. Esse é mais um caso de imprudência de trânsito registrado em nossa cidade.

 

 


COMENTÁRIOS

2 Comentários

  1. “mas a polícia chegou logo em seguida e levou o suspeito para a Delegacia de Polícia.”

    Como assim suspeito, sr (a) jornalista? Tá de brincadeira né?
    Esta claro o crime ocorrido e mesmo assim insiste em chamar bandidos de suspeitos!

  2. Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso