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JAYME LIDERA PESQUISA PARA SENADOR COM 35% DAS INTENÇÕES DE VOTOS


Frente para o segundo colocado é de 15%. Segundo, terceiro e quarto colocados estão tecnicamente empatados. Neste ano, serão eleitos dois senadores.

Pesquisa Voice realizada em todo Mato Grosso, aponta o favoritismo do candidato democrata ao Senado, Jayme Campos com 35% dos votos, ou seja, 15% a mais que o segundo colocado, Procurador Mauro César Lara e 16% a frente do terceiro colocado, Nilson Leitão.

Eles são seguidos pela juíza Selma Arruda com 14% e depois vem Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B), com 9%; Adilton Sachetti (PRB), com 8%; Carlos Fávaro (PSD), com 4%; Waldir Caldas (NOVO), Sebastião Carlos (REDE) e Gilberto Lopes Filho (PSOL), todos com 2% cada; e Aladir Leite (PPL), com 1%.

Com 812 entrevistas realizadas entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro, a terceira pesquisa demonstra que Jayme Campos vem paulatinamente crescendo e se consolidando, pois em maio, na primeira rodada ele detinha 22% das intenções de votos. Já na penúltima pesquisa ele atingiu a 27% e agora chegou a 35% em um universo em que 11 pré-candidatos disputam as duas vagas para o Senado.

É preciso lembrar que nesta disputa, o eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado, sendo que o primeiro voto na urna eletrônica é para deputado federal com quatro números, seguido pelo deputado estadual com cinco números, o primeiro senador e o segundo senador ambos com três números, seguidos pelo governador com dois números e finalizando com o presidente da República também com dois números.

Os votos nulos e brancos somaram, entre as duas opções de votos, 18%. Os Indecisos ou que não souberam responder, 58%; e os que não responderam, 8%.

Jayme Campos também lidera na espontânea, quando o eleitor apresenta o nome do candidato em que ele votará, mesmo sem receber nenhuma lista com os nomes dos postulantes. Jaime Campos tem 6% seguido pelo procurador Mauro, 4%; Selma, 3%; Leitão, 2%; Fávaro e Maria Lúcia, 1% cada.

A margem de erro da pesquisa é de 3,5%, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%.

Assessoria 


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso