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JAYME DEFENDE REPRESENTAÇÕES LOCAIS PARA GOVERNO ATENDER DEMANDA DOS MUNICÍPIOS


CANDIDATOS DA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO PERCORRERAM 710 KM ENTRE CUIABÁ, RONDONÓPOLIS, PEDRA PRETA, JUSCIMEIRA, SÃO PEDRO DA CIPA, JACIARA, DOM AQUINO E CAMPO VERDE ATÉ RETORNAR A CAPITAL.

Com dimensões territoriais maiores que em muitos países da Europa, Mato Grosso vai necessitar de representações regionais que consigam contemplar as ações de uma administração governamental levando em consideração as peculiaridades de cada uma das diversas regiões.

Este foi um dos compromissos que o candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos formalizou a quem chamou de futuro governador do Estado, Mauro Mendes.

Eles percorreram nesta quinta e sexta-feira, os municípios de Rondonópolis, Pedra Preta, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Jaciara, Dom Aquino e Campo Verde.

Na oportunidade, Percival Muniz que já havia declarado apoio à candidatura de Jayme Campos e 18 dos 21 vereadores de Rondonópolis, maior município da Região Sul de Mato Grosso, declararam apoio à candidatura de Mauro Mendes ao Governo de Mato Grosso.

“Temos que olhar de forma diferenciada, pois enquanto temos um município com uma prosperidade elevada, mas que mesmo assim necessita do suporte do Governo do Estado, como é o caso de Rondonópolis, temos outros municípios que precisam de atenção especial e mais investimentos para elevar a qualidade de vida com serviços essenciais de saúde, educação, segurança, social e principalmente obras que permitam o desenvolvimento local”, disse Jayme Campos cobrando a definição de um estrutura que contemple as cidades com serviços públicos de qualidade, por parte do Governo do Estado.

O candidato a senador assinalou que Mauro Mendes tem chances de realizar um grande governo se ouvir a experiência de políticos como Percival Muniz entre outros, pois todos estão prontos para ajudar o Estado e contribuir com uma gestão que seja realmente voltada para atender a população.

Jayme Campos avaliou que caberá ao futuro governador Mauro Mendes, com a ajuda de todos os demais eleitos, inclusive ele, definir políticas de atuação voltadas para contemplar a população, priorizando aquelas com mais necessidade de ver suas prioridades atendidas pelo Governo do Estado.

“Volto a insistir. Até agora Mato Grosso já arrecadou mais de R$ 17 bilhões brutos pagos através dos impostos recolhidos pela população, o que representa dizer que até o final do ano, deverá superar os R$ 25 bilhões, recursos que se corretamente aplicados poderiam solucionar muitos dos problemas hoje enfrentados na quase totalidade dos 141 municípios”, pontuou o candidato a senador pelo DEM.

Jayme Campos que já foi governador de Mato Grosso, senador da República e prefeito de Várzea Grande sinalizou que a demanda é grande pelas políticas públicas, mas a receita do Governo do Estado vem seguidamente crescendo, ou seja, dá para resolver muitos problemas, como a gravidade do setor de saúde, a questão da segurança pública, o setor educacional e de políticas sociais onde estão os principais problemas de Mato Grosso.

Assessoria 


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Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso