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JAYME DEFENDE QUE ESTADO PROMOVA OBRAS PARA FOMENTAR EMPREGO E RENDA


PARA O CANDIDATO, O FUTURO GOVERNADOR MAURO MENDES TERÁ QUE PROMOVER OBRAS E AÇÕES PARA MINIMIZAR A CRISE ECONÔMICA EM TODO MATO GROSSO

O candidato a uma das duas vagas para o Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos – 251, cobrou do futuro governador Mauro Mendes, um Programa de Desenvolvimento para Mato Grosso com obras setorizadas para cada região, como forma de retomar o desenvolvimento econômico de municípios e regiões do Estado.

“O Programa de Desenvolvimento de Mato Grosso teria subprogramas de desenvolvimento regional para que as principais necessidades sejam levantadas e possam ser executadas, fomentando assim o aquecimento da economia local, gerando emprego e renda”, disse Jayme Campos assinalando que quando Governador de Mato Grosso e diante da crise econômica que se encontrava instalado no Brasil a época, utilizou a força do Poder Público para minimizar os efeitos da crise com as obras públicas.

Jayme Campos fez a defesa durante as visitas a Sinop, 500 km de Cuiabá e Sorriso, 430 km, na última sexta-feira, 28, durante uma caminhada pelas principais ruas das cidades e em reuniões.

“Já vivenciei num passando não muito distante o sentimento divisionista do Norte de Mato Grosso, justamente pela ausência do Poder Público central nas localidades mais distantes da capital, Cuiabá e isto não pode persistir. Ou entendemos que somos fortes unidos para fazer o enfrentamento dos obstáculos ou continuaremos a ter problemas”, assinalou o candidato ao Senado.

Jayme Campos afiançou que o futuro governador Mauro Mendes terá enormes dificuldades no início de sua gestão, até tomar pé da situação, mas que Mato Grosso tem capilaridade e condições de fomentar o desenvolvimento com obras públicas que tem um papel fundamental para aquecer a economia das cidades e regiões.

“Mauro Mendes vai contar com o apoio de partidos, de aliados, de técnicos e principalmente com o aval da população para promover as mudanças necessárias e então devolver Mato Grosso aos trilhos do desenvolvimento”, disse Jayme Campos lembrando que se faz necessário pensar Mato Grosso por regiões para que nenhuma cidade fique sem apoio, sem investimentos e sem recursos públicos que atendam a demanda da população.

Jayme lembrou ao futuro governador, Mauro Mendes, deputados federais e senadores que Mato Grosso é carente de tudo, mas que é possível se trabalhar de forma setorizada dependendo da necessidade de cada região. “O Governo do Estado terá que priorizar obras essenciais como rodovias e rede de energia elétrica, mesmo essa segunda não sendo de competência do Estado, mas sim da iniciativa privada, e com isto fomentar o desenvolvimento local e permitir que as cidades sejam contempladas com investimentos, pois somente assim conseguiremos atrair novas empresas e indústrias e melhorar o perfil do desenvolvimento de Mato Grosso que é crescente mesmo durante a crise”, explicou Jayme Campos.

Assessoria 


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Brasil

Atirador de Campinas já criticou Igreja, foi galã e enfrentou depressão


Euler Fernando Grandolpho, 49, abriu fogo dentro de igreja, matou quatro pessoas e se suicidou

Um homem de família católica e que sofria havia vários anos com depressão. Assim o atirador que matou quatro pessoas e feriu outras duas a tiros antes de se suicidar em Campinas nesta terça-feira (11) é descrito por amigos e familiares.

Na juventude, Euler Fernando Grandolpho, 49, criticava a atuação do pai na Igreja Católica, mas seguia valores conservadores. Era tido pelo grupo de amigos como um “cara cabeça”, “um jovem de beleza estupenda, muito inteligente”, segundo contou à reportagem uma ex-namorada, que conviveu com ele dos anos 1980 ao início dos anos 2000.

Euler, que não trabalhava desde 2014, morava com seu pai em um condomínio de classe média em Valinhos, cidade próxima de Campinas. A mãe dele morreu anos atrás.

Nesta terça (11), a Polícia Civil apreendeu papeis, documentos, cartas e um notebook na casa. O delegado José Henrique Ventura diz que familiares descreveram Euler como uma pessoa retraída, de pouca conversa. Eles disseram não ter conhecimento que ele tivesse arma.

Notícias ao Minuto© Fornecido por New adVentures, Lda. Notícias ao Minuto

“Houve algum problema com ele, com certeza, porque ele não tinha nada de criminoso”, disse à reportagem o primo Ricardo Barão, 40, apesar do  pouco contato com Euler ultimamente. “Desde a última vez que tive contato, anos atrás, tinha essa questão de depressão. Ele passou por tratamento médico e tudo”, afirmou.

No condomínio onde Euler morava, o acesso à imprensa é restrito. Porteiros dizem que, abalada, a família se assustou com a presença de jornalistas.

Do lado de fora, alguns vizinhos afirmaram que Euler costumava ser visto passeando com um cachorro pela rua e uma irmã dele também era vista com frequência.

O pai do atirador, Eder Grandolpho, aparentava estar debilitado após a morte da esposa, de acordo com vizinhos. Ele era frequentador assíduo da Igreja Católica. Em um post no Facebook, escreveu que era ministro de eucaristia na paróquia Santo Cura D’Ars, em Campinas, há dez anos.

Euler era pouco assíduo nas redes sociais -sua página no Facebook tem só oito amigos. Até 2014, ele trabalhou como auxiliar de promotoria no Ministério Público de São Paulo.

A escrevente Rita Franco, 46, diz que ficou surpresa ao perceber que o atirador da catedral era o Euler com quem namorou na juventude. Ela conta que ele cresceu em uma família de classe média, “bem estruturada”, no bairro fabril Swift, na zona sul de Campinas -a 5 km de Valinhos. Passou para o concorrido Cotuca, o colégio técnico da Unicamp, e depois se formou publicitário na Unip (Universidade Paulista).

À época, fazia sucesso com as mulheres, diz Rita. “Era mais encorpado, com olhos azuis, chamava a atenção. Dizíamos que era o Christopher Reeve [o ator de Super-Homem]”, afirmou à reportagem.

Ela se surpreendeu ao ver a nova fisionomia de Euler e “como está magro, devia estar passando por problemas, talvez de depressão”.

Rita disse que o único ponto fora da curva no comportamento de Euler era que ele externava ódio pela Igreja Católica. Isso porque o pai, cristão fervoroso, passava muito tempo na igreja, fazendo trabalho voluntário.

“Ele dizia que o pai ficava sendo enfiado dentro da igreja ‘ajudando pobre’, que ‘dentro de casa não varre um chão'”.

Embora demonstrasse ódio pela religião, Rita diz que nunca achou que Euler “fosse atingir essa dimensão, não sei o que aconteceu nesse meio tempo” –a última vez em que o viu foi em 2004.

Euler, segundo ela, era de opiniões fortes e seguia à risca valores conservadores. À exemplo da contrariedade do uso de drogas –chegava a cortar relações com quem mantivesse o hábito. Segundo Rita, o ex-namorado já chegou a manifestar posições racistas. “Ele dizia ‘odeio aquela negra que gosta de mim’, em relação a uma menina, morena, de cabelos cacheados”, afirma. Com informações da Folhapress.

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Brasil

Campinas decreta luto de três dias e prepara velório das vítimas


O clima em Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo, é de consternação e perplexidade, depois da tragédia na Catedral Metropolitana da cidade em que cinco pessoas morreram. O prefeito Jonas Donizette (PSB) decretou nessa terça-feira (11) luto oficial de três dias. A expectativa é que os velórios das vítimas ocorram a partir desta quarta-feira (12).

Foi confirmada a identidade das vítimas do atirador: Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho, mortos dentro da igreja.

Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, autor dos disparos, tirou a própria vida depois balear os fiéis que estavam rezando na igreja.

Registros das câmeras de segurança da Central de Monitoramento de Campinas (CinCamp) mostram o momento em que o agressor se levanta de um dos bancos, nas últimas fileiras da igreja, vira-se em direção às pessoas e começa a atirar. Em seguida, dois agentes da Guarda Municipal entram na igreja e perseguem o atirador. As imagens não mostram depois deste momento.

Tiroteio na Igreja da Sé em Campinas
Atirador mata quatro pessoas em Catedral de Campinas – EFE/Cortesia Diario Correio/Direitos reservados

Isolamento

A Catedral Metropolitana de Campinas está cercada por um cordão de isolamento. Os funcionários da prefeitura trabalharam para limpar o local e permitir que hoje (12) a igreja seja aberta para missas.

O local é um dos mais movimentados de Campinas, fica ao lado do calçadão e da principal rua de comércio.

Tiroteio na catedral metropolitana de Campinas
Catedral metropolitana de Campinas – Cortesia Diario Correio/EFE/direitos reservados

O departamento de Serviços Técnicos Gerais (Setec) é o órgão responsável pela organização dos velórios e sepultamentos em Campinas. Como a cidade é referência para vários municípios menores do interior de São Paulo, há cemitérios privados e públicos.

Fonte: Agência Brasil