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Homem que trabalhava ilegalmente como dentista é flagrado atendendo paciente


Homem que atuava ilegalmente como dentista é detido em flagrante atendendo paciente em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Homem que atuava ilegalmente como dentista é detido em flagrante atendendo paciente em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Um homem que exercia ilegalmente a profissão de dentista foi detido ao ser flagrado atendendo um paciente em uma clínica, no Bairro Novo Paraíso, em Cuiabá.

A situação ocorreu nessa quinta-feira (13). O suspeito, que tem 41 anos, é auxiliar de protético e não tem formação como dentista.

O falso dentista foi alvo de uma operação da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), do Conselho Regional de Odontologia (CRO) e do Procon Municipal.

Policiais e fiscais encontraram materiais e prontuários com o falso dentista em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Policiais e fiscais encontraram materiais e prontuários com o falso dentista em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Ele foi interrogado na sede da Decon, em Cuiabá, e responderá a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por exercício ilegal da profissão. Depois do depoimento, o suspeito foi liberado.

A operação de fiscalização do exercício profissional de odontologia teve início após o CRO receber informações sobre um consultório em que o auxiliar de protético atuaria como dentista.

Com base nas informações, os policiais da Decon, os fiscais do Procon e agentes do CRO foram até a clínica. Eles onde encontraram o suspeito no momento em que atendia um paciente, sem nenhum dentista profissional no local.

Homem foi flagrado atendendo um paciente em uma clínica, no Bairro Novo Paraíso, em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Homem foi flagrado atendendo um paciente em uma clínica, no Bairro Novo Paraíso, em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Questionado se possuía diploma de odontologia, ele informou que trabalhava com uma dentista, não era graduado na profissão e que apenas tinha qualificação de auxiliar de prótese dentária, com registro em Santa Catarina. No entanto, ele disse ter perdido o registro há muito tempo.

No local foram apreendidos três receituários sem o nome completo e o número de inscrição do CRO.

Ainda no interrogatório, ele disse que fazia orçamentos para clientes da clínica e declarou que não sabia que não podia atuar em procedimentos mais simples da área de odontologia.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso