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Polícia

Grupo de traficantes que agia como milícia é alvo de operação no sul de MT incluindo Primavera do Leste


Uma facção criminosa que agia principalmente no sul de Mato Grosso é alvo da operação ‘Insurgente’, realizada nesta sexta-feira (27) pela Polícia Civil do estado.

A operação ocorre nas cidades de Primavera do Leste, Poxoréu, Rondonópolis, Pedra Preta, Sinop e Alto Araguaia.

Foram 10 meses de investigações que possibilitaram a polícia descobrir crimes praticados por ‘associados’ da facção: roubo, tráfico de drogas, associação ao tráfico e homicídios. Devem ser cumpridos 87 mandados, sendo 56 de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão.

As investigações também apontaram que o grupo virou uma espécie de milícia, controlando o comércio legal e ilegal: cobrando taxas de comerciantes para não serem assaltados e cobrando taxas de traficantes proprietários de bocas de fumo.

Operação Insurgente (Foto: Cristina Mayumi/TV Centro América)

Operação Insurgente (Foto: Cristina Mayumi/TV Centro América)

Os líderes do grupo estão presos na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, a Mata Grande, em Rondonópolis, e na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Operação Insurgente em Rondonópolis (Foto: Emerson Sanchez/ TV Centro América)

Operação Insurgente em Rondonópolis (Foto: Emerson Sanchez/ TV Centro América).

As investigações também mostraram a utilização de adolescentes para oscrimes e o crescimento das ‘filiações’ de menores de idade para a facção. 

Insurgente

O nome da operação, insurgente, vem de que o grupo composto por criminosos que possuem ideologia e opinião contrária às leis.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Rosa Weber toma posse na presidência do TSE


A ministra Rosa Weber toma posse hoje (14), às 20h, no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão solene no plenário da Corte. A solenidade será transmitida ao vivo pela TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube.

Rosa Weber será a segunda mulher a presidir o TSE em mais de 70 anos de criação do tribunal. A primeira foi Cármen Lúcia, em 2012. O primeiro desafio da ministra será a organização das eleições de outubro, que serão realizadas no dia 7.

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, durante a segunda e última audiência pública sobre descriminalização do aborto.
A ministra do STF Rosa Weber (Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil)

Rosa Weber, que é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), já ocupa a vice-presidência do tribunal e vai suceder a Luiz Fux, que concluiu período máximo de dois anos no cargo. O mandato irá até agosto de 2020.

Na mesma sessão, serão empossados os ministros Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF),  e Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça. Barroso assume como vice-presidente do TSE e Mussi será corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

O TSE é formado por sete ministros, dos quais três são do STF, sendo um o presidente da Corte. Dois ministros são do STJ, um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, e dois juristas que representam os advogados e são nomeados pelo presidente da República.

Nas eleições de outubro, caberá ao tribunal, além de organizar o pleito, deferir os registros de candidatura de candidatos à Presidência da República e todos os recursos que os envolvem.

Histórico

A ministra nasceu em Porto Alegre e fez carreira como magistrada da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Antes de ser nomeada para o STF em 2011, Rosa ocupava o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi juíza do Trabalho no período de 1981 a 1991, integrou o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) de 1991 a 2006. Rosa Weber assumiu a presidência do TRT da 4ª Região de 2001 a 2003.

Fonte: Agência Brasil