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GGI começa ações pela segurança no trânsito em Primavera do Leste


Da Redação

Segundo dados da 40º CIRETRAN de Primavera do Leste, hoje o município está em 5º lugar, em relação ao Estado de Mato Grosso, em número de acidentes. Os dados foram levantados considerando a proporção de habitantes. Ainda segundo a estimativa, o aumento de acidentes no trânsito, foi de 50% em relação ao ano passado. As causas continuam sendo as mesmas, ultrapassagem indevida, falta de uso do cinto de segurança, falar ao telefone quando está dirigindo, entre outras.

Na perspectiva de mudar os números em relação aos acidentes de trânsito em Primavera do Leste, o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) lançou mais uma campanha de trânsito no município. O objetivo é conscientizar a população no intuito de diminuir os índices de acidentes. O mês de setembro é marcado pela Campanha Nacional de Trânsito, porém em Primavera do Leste, por meio de iniciativa do GGI, a campanha será de três meses.

“Nós constatamos que uma semana não é o suficiente para fazer uma campanha. Durante esse período iremos ter uma programação extensa, sendo palestras, blitz, audiência pública, entre outras. O mais legal deste ano é que envolvemos a comunidade escolar, promovendo entre os estudantes um concurso de maquetes, obedecendo ao Código de Trânsito Brasileiro para desenvolver o projeto e assim iremos incentivar os alunos a aprender mais sobre o trânsito e também iremos premiá-los”. Afirma Lenice Freitas Teixeira, Chefe da 40º CIRETRAN de Primavera do Leste e integrante do GGI.

O lançamento oficial da Campanha de Trânsito em Primavera do Leste foi realizada na sexta-feira, 1, na praça de eventos. Todos integrantes do GGI, estiveram presentes, entre forças policiais, sociedade civil organiza, por meio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), também a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção de Primavera do Leste e representantes dos poderes executivo e legislativo.

O vereador Luis Costa (PR) também integrante do GGI ressalta que toda a ação que o Gabinete irá realizar é para que a cidade tenha um trânsito mais seguro. “Com o poder legislativo, atuamos, dando suporte ao GGI, na qual, fazemos indicações, desenvolvemos projetos, promovemos ideias, e sempre no intuito de fomentar mais segurança no trânsito. As ações são importantes na conscientização em relação às Leis do Trânsito, mas eu penso que teríamos que punir os infratores. Eu não vejo nenhuma blitz da lei seca, no centro da cidade à noite. A questão não é criar novas leis, temos que cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, porque a lei existe”.

Recentemente o vereador que é secretário executivo do GGI, Manuel Mazutti (PMDB) fez um requerimento junto com o vereador Josafá Barbosa (PP), solicitando uma audiência pública do Trânsito. “A gente está tentando, por meio de um esforço em conjunto, fazer um chamamento para que todos participem e a gente possa melhorar alguma coisa. O requerimento da audiência pública vem atender um anseio do próprio GGI, então a gente na condição de vereador fez o requerimento representando toda sociedade”. Pontua o legislador Manuel Mazutti.


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Brasil

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil


A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu.

Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura.

O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.”

O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como “infundada” e uma “medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública”.

“A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, diz um trecho da nota da ABPA.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.

Fim da suspensão

Em março, o próprio Ministério da Agricultura chegou a suspender as exportações de três frigoríficos da BRF Foods com destino à Europa e outros países, em decorrência da investigação da Operação Trapaça, que identificou contaminação da carne in natura pela bactéria Salmonella. A medida, no entanto, foi retirada ontem após os esclarecimentos do grupo quanto aos procedimentos sanitários adotados no prcessamento do produto para exportação. A principal empresa brasileira exportadora de frango é a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, seguida pela JBS.

*Com informações da EFE.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília