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 Franquia gaúcha de calçados e acessórios chega ao Mato Grosso expansão irá acontecer a partir de Primavera do Leste


Lojas Calci pretende abrir pelo menos vinte lojas entre 2018 e 2020 no Estado

Foto: Divulgação Lojas Calci
Lojas se destacam pela qualidade do produto e do atendimento, mas com preço acessível

Maior franquia de calçados e acessórios multimarcas do Rio Grande do Sul, a Lojas Calci chega neste ano ao Mato Grosso. A expansão irá acontecer a partir da cidade de Primavera do Leste, onde a primeira unidade deve ser aberta no primeiro semestre de 2018.

A empresa conta, desde o final de 2017, com o consultor de Negócios Magdo Pereira atuando no Estado, em busca de investidores.

 “Abriremos nossas primeiras unidades em Primavera do Leste e em Campo Verde, ambas com o mesmo operador”, informa Pereira. “A Lojas Calci dá ao investidor a possibilidade de iniciar um negócio com características de franquia, com as mesmas condições de concorrentes, mas oferecendo um mixde produtos das melhores marcas do país, com excelente atendimento e com preço acessível para a família”, detalha. O objetivo é fazer os parceiros da franquia serem um sucesso desde o início. “Este é um negócio seguro e sem limites de crescimento.”

A Lojas Calci chega no momento em que uma grande rede de varejo deixa o Mato Grosso. “Nós vemos oportunidade e potencial nesta região. Buscamos nos destacar em um mercado competitivo através de itens como gestão, preço, qualidade, e também com um layout diferenciado.

Magdo Pereira acrescenta: “Teremos aqui no Mato Grosso lojas lindas, com atendimento exclusivo e com as melhores marcas do país. A família merece uma loja com jeito de butique e com preço acessível.”

 A Lojas Calci

Criada há quatro anos, a Lojas Calci nasceu no interior do Rio Grande do Sul. Fundada pelos empresários Nilton Colombo e Antonio Carlos Diel, tem 20 unidades em diversas regiões do RS – sendo que seis delas foram abertas em 2017. A meta é inaugurar 36 novas lojas em 2018, iniciando as operações ainda em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

 Como ser um franqueado?

Não precisa ter experiência no ramo de calçados ou de varejo para ser um franqueado Lojas Calci. O que a franquia procura são pessoas que tenham o objetivo de empreender, de oferecer um serviço de qualidade ou, ainda, perpetuar seu negócio já existente no ramo.

Quer saber mais? Acesse o site www.lojascalci.com.br e tire suas dúvidas!


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso