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Polícia

Escapamento barulhento pode custar ainda mais caro para o condutor


Adulterar o silenciador de motor já é considerado infração, mas proposta afirma que a punição atual tem se mostrado insuficiente

Projeto de Lei 4250/20 altera o Código de Trânsito Brasileiro para aumentar a punição aplicada a quem conduzir carro ou moto com escapamento barulhento (adulterado).

O texto, que está sendo analisado pela Câmara dos Deputados, considera a adulteração proposital na descarga ou no silenciador de motor uma infração gravíssima, a ser punida com sete pontos na carteira de habilitação, retenção do veículo e multa, aplicada em dobro em caso de reincidência.

Atualmente, o CTB considera a infração grave, punida com cinco pontos na carteira. Mas também sujeita o infrator a multa e prevê a apreensão do veículo.

Valor da multa por escapamento barulhento

Hoje, a multa por escapamento adulterado custa ao condutor R$ 195,23. Se a proposta for aprovada, o valor passará para R$ 293,47 – podendo, em caso de reincidência, chegar a R$ 586,94.

Autora do projeto, a deputada Christiane de Souza Yared (PL-PR) argumenta que “uma prática corriqueira e que vem incomodando a população em geral, seja nos grandes centros ou nas cidades do interior, é o barulho ensurdecedor dos escapamentos adulterados, seja em motos ou carros”.

Segundo ela, a punição atual não é suficiente para coibir as infrações. “Visto que os limites atuais da legislação não são suficientes, faz-se necessário o aumento da penalidade e das consequências da reincidência”, disse.


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política

Vereador Luis Costa se posiciona contrário as festas de finais de ano e Carnaval e solicita que dinheiro vá para saúde


Da Redação

Muitos gestores das cidades do País afirmaram que não irão realizar as festas públicas e populares como Réveillon e o Carnaval, e entre elas está o município de Sorriso – MT, que fica um pouco mais de 400 quilômetros da capital Cuiabana. Durante a última sessão ordinária em Primavera do Leste, o vereador Luis Costa (PDT) se posicionou contrário a realização das festas na cidade e ainda parabenizou o prefeito de Sorriso, Ari Genésio Lafin (PSDB).

“Eu quero dizer que fico muito feliz pela atitude do prefeito Ari de Sorriso, pois diferente do nosso prefeito, por lá ele já cancelou o réveillon e o carnaval e afirmou que o dinheiro será gasto na saúde, vai para as cirurgias. Quero parabenizar atitude do prefeito, pois aqui em Primavera do Leste, a realidade é triste, pois tem muitas pessoas na fila de espera por exames e cirurgias de média e alta complexidade que estão sofrendo muito, alguns com dores fortes, e por enquanto, não existe uma alternativa a não ser esperar, e atitude assim, não temos visto por aqui”. Afirma Luis Costa.

Segundo o legislador, a declaração utilizada pelo executivo para a execução das festas é que o dinheiro será oriundo de patrocínios de empresas da cidade, em que, desta forma será possível realizar as festas, no entanto, Luis Costa questiona os valores que serão pagos.

“Existem falatórios na cidade de que as empresas ‘chegadas’ do executivo, pagam a mais de 6% a 15%, pois dizem que existe até uma tabela. Então se formos pensar, esse dinheiro gasto para as festas é público, desta forma daria a mesma coisa. Bom, se existe o patrocínio das empresas para as festas, é melhor usar o dinheiro na saúde, de qualquer forma faria o bem para muitas pessoas que estão com problemas graves e não tem condição de se tratar”. Aponta o legislador.

Outra situação apontada pelo vereador é a falta de fiscalização nas casas noturnas da cidade, nos finais de semana, pois a reclamação de bagunça e som alto não param. Luis Costa relata que tem uma boate no centro da cidade que colocou uma placa do lado de fora explicando que não pode urinar na parte de fora, porém a situação é bem complicada porque o lugar fica lotado, e o questionamento do vereador é que se o número de pessoas está maior do que o espaço dispõe.

“Pode acontecer uma tragédia, igual aconteceu em Santa Maria com a boate Kiss, pois o local fica lotado e não há fiscalização. Precisamos da ação urgente dos fiscais. Na frente do lago municipal tem outra casa noturna e por lá o som tem ultrapasso os decibéis exigidos pela lei. As pessoas tem reclamado do barulho do som. O executivo não pode deixar a cidade como terra de ninguém e precisa exigir fiscalização e segurança pública. O Covid-19 ainda não acabou. Infelizmente vemos pessoas em festas sem máscaras e pessoas nas igrejas com máscaras. Que cidade é essa? Conclui Luis Costa.