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Durante protesto no Paraguai, pai de estudante brasileira morta cobra justiça: ‘espero que as autoridades despertem’


Protesto Paraguai contra a morta da estudante brasileira (Foto: Arquivo Pessoal)

Protesto Paraguai contra a morta da estudante brasileira (Foto: Arquivo Pessoal)

O pai da estudante mato-grossense Erika de Lima Corte, de 29 anos, que foi assassinada em Pedro Juan Caballero, participou de uma manifestação na cidade paraguaia nessa quinta-feira (23). No mesmo dia, amigos e familiares fizeram uma vigília em homenagem a Erika em Pontal do Araguaia, a 518 km de Cuiabá.

Raniel Corte cobrou justiça e disse que a morte da jovem poderá servir de ‘exemplo’ para que estudantes brasileiros tenham mais segurança nos outros países.

“Espero que isso crie um fato para que as autoridades se despertem. Esses jovens, que são o futuro do nosso país, estejam fazendo curso com garantia de segurança, no mínimo”, declarou o pai da jovem brasileira.

Protesto no Paraguai reuniu colegas, amigos e familiares de Erika (Foto: Arquivo Pessoal)

Protesto no Paraguai reuniu colegas, amigos e familiares de Erika (Foto: Arquivo Pessoal)

Os manifestantes se concentraram na frente da universidade onde Erika estudava medicina. Os pais de Erika, que estão em Pedro Juan Caballero acompanhando as investigações do caso, se juntaram aos colegas estudantes dela, e foram para as ruas, pedindo justiça.

Amigos e familiares também fizeram vigília em Pontal do Araguaia (Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM)

Amigos e familiares também fizeram vigília em Pontal do Araguaia (Foto: Ivan de Jesus/Centro América FM)

Raniel é ex-prefeito de Pontal do Araguaia. Muito emocionado, afirmou que é preciso se despertar para o combate à violência.

Entenda o caso

Erika Corte foi morta em Pedro Juan Caballero, onde estudava medicina  (Foto: Reprodução/Facebook)

Erika Corte foi morta em Pedro Juan Caballero, onde estudava medicina (Foto: Reprodução/Facebook)

Segundo a perícia, o corpo tinha marcas de 19 perfurações na região do tórax e pescoço. De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela polícia de Pedro Juan Caballero, o corpo foi encontrado pela colega de faculdade que dividia a casa com a jovem.

Erika é filha do ex-prefeito de Pontal do Araguaia, onde a família mora. O corpo foi levado na câmara de vereadores da cidade, e enterrado na terça-feira (21) em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, onde fica o jazigo da família.

Suspeito preso

A polícia paraguaia prendeu Cristopher Irala, de 27 anos, suspeito de ter participação na morte da jovem. Ele está preso em Pedro Juan Caballero.

Cristopher Ayala está preso no Paraguai pela morte da estudante brasileira Erika Corte (Foto: Leo Veras/Reprodução)

Cristopher Ayala está preso no Paraguai pela morte da estudante brasileira Erika Corte (Foto: Leo Veras/Reprodução)

De acordo com o Ministério Público do Paraguai, que conduz essa etapa das investigações, Cristophe ficará preso até a elucidação do caso.

Ele foi levado para o presídio de Concepción, no Paraguai, nesta quinta-feira (23). A justiça acatou o pedido do advogado de defesa que alegou que ele correria perigo em Pedro Juan Caballero.

Fonte: G1 Mato Grosso


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Região

Mulheres levam 200 kg de droga em porta-malas de carro e são presas


Foram detidas: Simone dos Santos e Vanessa de Oliveira. Uma delas dirigia o veículo onde a droga era levada. A outra agia como batedora na rodovia, avisando sobre barreiras policiais em outro carro.

Duas mulheres foram presas na BR-364 em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, com pouco mais de 200 kg de maconha, na madrugada deste sábado (19). O entorpecente, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) era transportado dentro de bolsas no porta-malas de um carro de passeio.

As prisões ocorreram durante fiscalização de rotina. Foram detidas: Simone dos Santos e Vanessa de Oliveira. O G1 não conseguiu localizar a defesa delas.

Uma delas dirigia o veículo onde a droga era levada e foi abordada. Durante buscas, a droga foi encontrada pelos policiais.

A outra agia como batedora na rodovia, avisando sobre barreiras policiais e foi denunciada pela comparsa.

Um dos carros usados por elas tem placa de Minas Gerais e é alugado. Aos policiais, as presas afirmaram que a droga seria entregue em Várzea Grande.

As duas foram levadas para a Central de Flagrantes e devem ficar à disposição da Justiça.

G1 / MT