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Disponibilidade de medicamentos nas farmácias da rede municipal atinge média de 95%


A disponibilidade de remédios nas farmácias municipais de Primavera do Leste atingiu média de 95%. Essa melhoria no abastecimento se deve ao empenho da atual gestão, que ao assumir o comando da Prefeitura Municipal, buscou meios para resolver o problema dos estoques que estavam com níveis bastantes críticos.

Dos 132 remédios básicos e de 23 medicamentos de controle especial, regularmente fornecidos pela Prefeitura, só está em falta o Omeprazol, Aminofilina CPD e Invermectina CPD w, no entanto, as compras desses itens já foram realizadas e a Secretaria de Saúde aguarda a entrega para realizar a distribuição às farmácias municipais. Outras medicações que também estava em falta, como é o caso da Nifedipina 20mg, Azitromicina Suspensão já foram entregues pelo fornecedor e os estoques estão sendo preenchidos.

Conforme a secretária municipal de saúde, Laura Leandra, assim que assumiu a pasta, o prefeito Léo Bortolin determinou que o problema da falta de remédio fosse solucionado, assim como prioridade nas ações que possibilidade a eficácia no serviço e no atendimento a população.

“Em setembro, encontrei os estoques próximos a zero, fizemos a homologação do pregão em outubro para aquisição de medicação, que já tem sido entregue pelos fornecedores, conforme a necessidade. 15% dos itens não tiveram cotações, no entanto, um novo procedimento será aberto para a aquisição desses medicamentos. Mas vejo grandes avanços, pois nos pregões anteriores o índice de itens sem cotações chegava a 75%”, afirmou. Laura ainda salientou que os materiais necessários para o bom funcionamento do setor de odontologia, que estava em falta, já está sendo regularizado.

Da Assessoria


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Brasil

União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil


A União Europeia (UE) anunciou nesta quinta-feira (18) que vai descredenciar 20 plantas exportadoras da lista de empresas brasileiras autorizadas a vender carne de frango e outros produtos para os países que compõem o bloco econômico formado por 28 países. A informação foi confirmada pela Agência EFE. Ao todo, unidades de nove empresas serão afetadas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A medida foi tomada depois da detecção de deficiências no sistema de controle do Brasil sobre esses frigoríficos. A restrição será aplicada 15 dias depois da publicação no Diário Oficial da UE, o que ainda não ocorreu.

Ao tomar conhecimento da decisão, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que cumpre agenda em Campo Mourão (PR), afirmou que o governo federal vai abrir painel na Organização Mundial do Comércio (OMC) para recorrer da medida. “Nossa reclamação é que a Comunidade Europeia diz que é uma questão de saúde, mas se o Brasil pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandar tudo como carne in natura, entra sem nenhum problema. Então não é uma questão de saúde. E é isso que nós vamos reclamar na OMC”, explicou, segundo nota do Ministério da Agricultura.

O painel na OMC, de acordo com o ministro, servirá para dirimir o protecionismo de mercado pelo bloco europeu. “Estamos sendo penalizados. Há uma proteção de mercado que a gente não quer mais aceitar. Vamos brigar pelo espaço conforme o mercado mundial preconiza, que deve ser livre entre os países.”

O impacto da medida é considerável. De acordo com informações da ABPA, também confirmadas por Blairo Maggi, as unidades afetadas pelo embargo respondem por cerca de 30% a 35% da produção de frangos exportada para a União Europeia. A associação, que reúne as principais empresas produtoras de proteína animal do país, divulgou nota em que considera a decisão tomada pelos estados europeus como “infundada” e uma “medida protecionista que não se ampara em riscos sanitários ou de saúde pública”.

“A decisão tomada hoje pela Comunidade Europeia é desproporcional e inconsistente diante das regras estabelecidas pelo Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”, diz um trecho da nota da ABPA.

O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do planeta, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas ocupa a primeira posição entre os maiores exportadores do produto, com mais de 4,3 milhões de toneladas embarcadas e receitas anuais de US$ 7,2 bilhões, segundo a ABPA. A União Europeia é responsável por 7,3% do frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e corresponde a uma receita total de US$ 775 milhões (11% do total), segundo dados de 2017.

Fim da suspensão

Em março, o próprio Ministério da Agricultura chegou a suspender as exportações de três frigoríficos da BRF Foods com destino à Europa e outros países, em decorrência da investigação da Operação Trapaça, que identificou contaminação da carne in natura pela bactéria Salmonella. A medida, no entanto, foi retirada ontem após os esclarecimentos do grupo quanto aos procedimentos sanitários adotados no prcessamento do produto para exportação. A principal empresa brasileira exportadora de frango é a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, seguida pela JBS.

*Com informações da EFE.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília