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Cadela farejadora encontra maconha coberta por pó de café em bagagem de passageira


Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea (Foto: Polícia Federal de MT/Assessoria)

Uma passageira foi presa com 11 kg de maconha ao ser abordado por policiais federais e rodoviários nessa segunda-feira (20) na BR-364, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, a droga foi descoberta pela nova cadela farejadora da instituição, Dea.

Dea participava de abordagens a ônibus e veículos de passeio na rodovia. Ela e outro cão farejador da PF, Tommi, indicaram duas bagagens sob o assento de uma passageira de um ônibus que fazia a linha entre Londrina (PR) e Cuiabá.

Nas mochilas foram identificados vários tabletes de maconha, totalizando 11,2 kg, que estavam cobertos em pó de café, além de envoltos em roupas embebidas com o produto, no intuito de enganar o trabalho dos cães.

Em entrevista, a passageira autuada em flagrante, informou que receberia dinheiro pelo transporte da droga de Campo Grande (MS) para Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde o entorpecente seria revendido.

Fonte: G1 Mato Grosso


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso