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A Palavra

BEBÊ MORRE APÓS SUA MÃE LHE DAR VODKA PARA FAZÊ-LO DORMIR


Por: Bruna Romanini

Foto: Shutterstock – Imagem ilustrativa – Entenda o triste caso deste bebê que morreu após sua mãe ter lhe dado vodka

 

Entenda o triste e revoltante caso de uma mãe que deu bebida alcoólica para seu bebê de oito meses

Um bebê de apenas oito meses morreu na Rússia após sua mãe ter lhe dado vodka para fazê-lo dormir. Nadezhda Yarych vivia na cidade de Shebekino na Rússia com seu filho Zakhar de oito meses.

De acordo com a polícia, o pequeno faleceu no dia 5 de janeiro e Nadezhda está sendo investigada. Isto porque ela levou seu filho ao hospital quatro vezes no período de uma semana. E todas as vezes em que o pequeno foi ao hospital, os médicos disseram que ele tinha uma infecção viral e que precisava ficar internado. Contudo, Nadezhda se recusou a deixar o filho internado e afirmou que iria trata-lo em casa.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, a mulher fez isso para que pudesse aproveitar as festas do início do ano que ocorrem na cidade. Ainda de acordo com a publicação, pessoas próximas a família afirmaram que Nadezhda constantemente dava vodka para o filho beber para que o pequeno dormisse e ela pudesse sair para festas.

O pequeno acabou não resistindo e faleceu no dia 5 de janeiro. De acordo com os médicos, a causa da morte foi a infecção viral não tratada.

A polícia local também está investigando o marido de Nadezhda, Mikhail Yarych. Ele é padrasto da criança e segundo pessoas próximas sabia da infecção e da bebida alcoólica que sua esposa dava constantemente para o pequeno beber, mas não teria feito nada a respeito.


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política

Vereadores ouvem reivindicações de trabalhadores contra a empresa CityBus


Luis Costa prepara pedido de CPI para investigar a empresa

Da Redação

A comunidade tem reclamado das condições de uso do transporte coletivo de Primavera do Leste, e desde o ano passado o vereador Luis Costa (PR) começou a levantar dados necessários para investigar a situação. Em novembro o legislador acompanhou o trajeto do bairro Primavera 3 até o centro, e viu que a situação não é nada boa, pois existe a super lotação. Diante desta perspectiva e das reclamações que vem chegando ao gabinete do vereador e também a Casa de Leis, Luis Costa sugere que se instaure uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a empresa CityBus.

E no dia de ontem (20), o legislador, juntamente com os colegas Carlos Venâncio (PSD) e Carmem Betti Borges (PSC), participaram da assembléia geral dos trabalhadores da Granja Mantiqueira e na oportunidade, ouviram os trabalhadores de Primavera do Leste e os que moram em Poxoréu, sobre as condições do transporte coletivo. A empresa Granja Mantiqueira fornece apenas o valor do transporte coletivo aos trabalhadores, não tendo assim nenhuma ligação com a empresa CityBus.

“Temos apenas uma empresa de transporte coletivo em nossa cidade que é a CityBus, e sabemos que a cidade talvez não tenha um número expressivo de habitantes que precise para ter uma outra empresa, sendo assim, a empresa que ganhou a licitação tem que cumprir com o contrato e fornecer um serviço de qualidade aos usuários”. Informa o legislador.

Segundo relatos de passageiros do município, os ônibus têm chegado com atraso nos pontos, tem circulado na cidade com super lotação, também alguns não têm as adequações necessárias para transportar passageiros e a empresa não dispõe de uma ouvidoria. Já os passageiros que vem da cidade de Poxoréu para trabalhar em Primavera do Leste, reclamaram do atraso em relação aos horários, já que muitos usuários precisam chegar a seus empregos nos horários.  Ainda alguns motoristas estão rodando em alta velocidade. Outro ponto citado é a falta de estrutura do ônibus que faz essa linha intermunicipal, em que, não possui cinto de segurança, estão super lotados e estragando no meio da estrada com muita freqüência.

“Já solicitei a prefeitura o contrato entre a empresa e o executivo para investigar o cumprimento, também estou juntando todas as reclamações, e irei, com outros colegas vereadores até a Coordenação Municipal de Trânsito e Transportes Urbano (CMTU) da cidade para verificar a situação das vistorias. Ressalto ainda que iremos falar com a Ager, órgão que fiscaliza as linhas intermunicipais para saber quais os padrões para transportar passageiros e iremos exigir os tacógrafos, como forma de acompanhar o bom andamento do serviço prestado”. Conclui Luis Costa.