Primavera do Leste / MT

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Assassinato de líder de assentamento pode ter ligação com disputa de terras, diz polícia em MT


assassinato de Carlos Antônio da Silva, de 51 anos, líder de um assentamento rural, pode ter motivação relacionada à disputa de terras em Mato Grosso. Carlão, como era conhecido, foi morto a tiros nessa quarta-feira (7) em frente à Prefeitura de Paranatinga, a 411 km de Cuiabá.

Ele deixava o prédio do órgão com a mulher e a filha quando foi baleado por homens em uma motocicleta. A família estava em um carro.

Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi aberto para esclarecer o crime. Carlão era liderança do Assentamento PDS Rio Jatobá, no Distrito Santiago do Norte, em Paranatinga.

O delegado Pablo Borges Rigo informou que a vítima havia registrado, em 2017, alguns boletins a respeito de ameaças. Foram feitas algumas diligências para identificar os supostos autores. Carlão não indicou, nas queixas, os codinomes.

Por envolver questões agrárias ou por receio e medo, os moradores da região não contribuíram com informações à polícia.

A vítima, acompanhada da mulher e da filha menor de idade, estava em um veículo EcoSport, em frente à prefeitura do município, quando foi baleada.

Carlos Antônio chegou a ser socorrido, mas morreu após dar entrada na unidade hospitalar. A mulher foi atingida de raspão no braço e a filha não sofreu nenhum ferimento.

Fonte: G1 Mato Grosso


COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

Bolsonaro se reúne hoje com Maia, embaixadores e governadores


No segundo dia em Brasília esta semana, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem hoje (14) agenda intensa. Antes das 8h, ele chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde ocorrem as reuniões da equipe de transição. No local, acompanhado dos filhos Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, ele toma café da manhã com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disputa a reeleição para comandar a Casa na próxima legislatura, e que conduz uma série de votações ainda este ano.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a equipe de transição do novo governo quer evitar a aprovação no Congresso das chamadas pautas-bomba, como aquelas que podem aumentar as despesas para a administração federal. O assunto deve ser tratado entre Bolsonaro e Maia.

Em seguida, Bolsonaro se reúne com os embaixadores do Chile, dos Emirados Árabes Unidos, da França e do Reino Unido, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). No Rio de Janeiro, ele esteve com os embaixadores dos Estados Unidos, China e Itália.

O presidente eleito pode ainda hoje anunciar o nome do escolhido para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Ontem (13), ele disse que o embaixador Luiz Fernando de Andrade Serra está entre os cotados para o posto. O diplomata de carreira era embaixador do Brasil na Coreia do Sul até meados deste ano.

Governadores

Bolsonaro também participa da reunião com os governadores eleitos e reeleitos, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Até ontem dos 27 governadores, 18 confirmaram presença. Haverá um almoço com o presidente eleito e parte de sua equipe, incluindo Paulo Guedes, que assumirá o Ministério da Economia, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

O encontro é organizado pelos governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em discussão, as prioridades dos estados e a relação com o governo federal.

Ontem, o presidente eleito afirmou que está aberto ao diálogo e também para conversar sobre a necessidade, de alguns estados, de renegociar dívidas. Mas afirmou que há dificuldades em elevar a destinação de verbas, pois o Orçamento Geral da União “está complicado”.

Transição

Bolsonaro também vai se reunir com a equipe de transição, no CCBB. A expectativa é anunciar ainda hoje o nome do ministro do Meio Ambiente.

Ontem (13), ele avisou que será mantido o status de ministério para o Trabalho, cuja estrutura será absorvida por outra pasta.

A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que sua área vai agregar também o setor de pesca e as políticas relacionadas à agricultura familiar e reforma agrária. No cenário atual esta estruturas estão sob duas secretarias especiais vinculadas diretamente ao Palácio do Planalto.

Fonte: Agência Brasil