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A Palavra - geral

Ao anunciar novo corte de impostos, Trump é criticado por iniciar reunião com oração


Uma reunião do alto escalão do governo dos Estados Unidos foi iniciada com uma oração, a pedido do presidente Donald Trump, e essa atitude está sendo amplamente criticada pela imprensa norte-americana.

Na última quarta-feira, 20 de dezembro, o presidente reuniu os principais membros de seu governo para uma reunião em que anunciaria uma grande vitória junto ao Congresso, com mais cortes de impostos aprovados no orçamento do país em 2018 visando o aquecimento da economia e geração de empregos.

Dentre os presentes, estava o Dr. Ben Carson, que concorreu pela indicação do Partido Republicano com o próprio Trump, e agora tornou-se um de secretários.

Antes da oração, Trump provocou os repórteres que cobriam a reunião de governo: “Vocês precisam mais de oração do que eu. Talvez, vocês sejam os únicos [que realmente precisam]. Talvez uma boa e sólida oração faça vocês serem mais honestos”, afirmou o presidente, fazendo alusão à difusão de “fake news“, informações falsas ou distorcidas a seu respeito pela grande mídia.

A provocação foi seguida por uma iniciativa de Carson, que iniciou sua oração agradecendo a Deus pela postura corajosa de Trump, e pediu que o “crescimento da economia” dos Estados Unidos fosse mantido, segundo informações do Daily Mail.

 


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política

Bolsonaro se reúne hoje com Maia, embaixadores e governadores


No segundo dia em Brasília esta semana, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem hoje (14) agenda intensa. Antes das 8h, ele chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde ocorrem as reuniões da equipe de transição. No local, acompanhado dos filhos Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, ele toma café da manhã com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que disputa a reeleição para comandar a Casa na próxima legislatura, e que conduz uma série de votações ainda este ano.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a equipe de transição do novo governo quer evitar a aprovação no Congresso das chamadas pautas-bomba, como aquelas que podem aumentar as despesas para a administração federal. O assunto deve ser tratado entre Bolsonaro e Maia.

Em seguida, Bolsonaro se reúne com os embaixadores do Chile, dos Emirados Árabes Unidos, da França e do Reino Unido, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). No Rio de Janeiro, ele esteve com os embaixadores dos Estados Unidos, China e Itália.

O presidente eleito pode ainda hoje anunciar o nome do escolhido para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Ontem (13), ele disse que o embaixador Luiz Fernando de Andrade Serra está entre os cotados para o posto. O diplomata de carreira era embaixador do Brasil na Coreia do Sul até meados deste ano.

Governadores

Bolsonaro também participa da reunião com os governadores eleitos e reeleitos, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Até ontem dos 27 governadores, 18 confirmaram presença. Haverá um almoço com o presidente eleito e parte de sua equipe, incluindo Paulo Guedes, que assumirá o Ministério da Economia, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

O encontro é organizado pelos governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em discussão, as prioridades dos estados e a relação com o governo federal.

Ontem, o presidente eleito afirmou que está aberto ao diálogo e também para conversar sobre a necessidade, de alguns estados, de renegociar dívidas. Mas afirmou que há dificuldades em elevar a destinação de verbas, pois o Orçamento Geral da União “está complicado”.

Transição

Bolsonaro também vai se reunir com a equipe de transição, no CCBB. A expectativa é anunciar ainda hoje o nome do ministro do Meio Ambiente.

Ontem (13), ele avisou que será mantido o status de ministério para o Trabalho, cuja estrutura será absorvida por outra pasta.

A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que sua área vai agregar também o setor de pesca e as políticas relacionadas à agricultura familiar e reforma agrária. No cenário atual esta estruturas estão sob duas secretarias especiais vinculadas diretamente ao Palácio do Planalto.

Fonte: Agência Brasil