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Adolescentes e Jovens do Projeto social Espaço Reja participaram da 11º Edição do Festival de Teatro Velha Joana


Da Redação

O Festival Velha Joana é o maior festival de teatro da região sul do estado, e tem superado as expectativas a cada ano. Com apresentações locais, regionais e nacionais, a abertura da 11º edição, quase não coube o público, no Centro Cultural. Sucesso! Tem sido todas as apresentações, e a platéia tem lotado todos os espaços.

E as apresentações locais foram muito elogiadas pelo público. Destaque para a peça “A Rainha e o João Grillo”, que foi apresentada por adolescentes e jovens do projeto social Espaço Reja, que faz parte da Igreja Assembléia de Deus Madureira. A peça foi exibida na segunda (6), no espaço do cinema da cidade. A apresentação foi à primeira pelo Festival de Teatro Velha Joana, mas o grupo tem se apresentado em outros festivais e também em eventos da própria igreja.

O PROJETO ESPAÇO REJA

O projeto social Espaço Reja, surgiu este ano, e foi uma iniciativa de jovens e adolescentes da Igreja Assembléia de Deus Madureira, com o apoio do Pastor Ary Dantas, e junto com o professor José Maia.  São cerca de 50 participantes no projeto. A iniciativa de desenvolver essa ação social foi da própria igreja, com parceria de dois professores, sendo um de dança e outro de teatro.

De acordo com o professor de teatro do projeto, José Yosef, o Espaço Reja atende adolescentes e jovens da igreja e também aqueles que se interessam pela arte, mesmo não participando da igreja fundadora da ação social. Ainda segundo José, só podem se inscrever no projeto quem estiver matriculado em alguma escola seja pública ou particular. Sem o comprovante de matrícula, o estudante não consegue se ingressar no projeto.

Para participar não existe custo nenhum, é de graça e as aulas ocorrem na Creche Talita que fica na Avenida Belo Horizonte, 287, Centro Leste. Os dias são segunda-feira e quarta-feira, das 18h às 20h. Ficou interessado? Dê uma passadinha por lá, já faça a inscrição e participe.


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política

Neri Geller, deputado federal eleito, deixa a prisão depois de HC concedido pelo STJ


Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

Neri Geller (PP) solto na segunda-feira (12) — Foto: TVCA/Reprodução

O deputado eleito, Neri Geller (PP) foi solto no início da noite desta segunda-feira (12), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatar o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do e ex-ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento no domingo (11). Geller estava preso desde a última sexta-feira (9), em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

Ao ser solto, o ex-ministro concedeu entrevista à equipe de reportagem da TV Centro América. Ele negou as acusões e disse que não é indiciado, apenas teve o nome citado em uma delação.

“Não fui chamado para depor em nenhum momento das investigações e vou me inteirar das acusações e depois vou manifestar junto à imprensa”, disse.

O deputado eleito disse ainda que algumas pessoas que estão sendo acusadas de corrupção foram desafetos políticos dele durante o tempo em que foi ministro.

As investigações foram baseadas na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Foram presos na ação Antônio Andrade (também ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Figueiredo (ex-secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, que já conseguiu liberdade), o empresário Joesley Batista e mais 13.

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

Ex-ministro diz que nunca foi chamado para depor — Foto: TVCA/Reprodução

A prisão

O ex-ministro foi preso durante a Operação Capitu, por suposto envolvimento em um esquema de corrupção no Ministério da Agricultura entre 2013 e 2014 e é um desdobramento da Lava Jato.

Neri Geller estava hospedado em um hotel de Rondonópolis porque participaria de um evento agropecuário. Por volta de 6h, três agentes da Polícia Federal (PF) chegaram ao local em carro descaracterizado e o levaram em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Após a prisão, Geller foi levado para a delegacia da PF e, posteriormente, encaminhado para a Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, por não ter nível superior.

Fonte: G1 Mato Grosso